Práticas de coaching para resposta ativa e destrutiva

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para resposta ativa e destrutiva, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Resposta Ativo-Construtiva, na Prática
    Quando alguém compartilha uma boa notícia, responda com entusiasmo engajado e faça perguntas que permitam que ele reviva o momento — 'Que ótimo, fico muito feliz por você. Como você descobriu?' Essa é a resposta ativo-construtiva e, na pesquisa de capitalização de Shelly Gable, é a única das quatro estilos ligada a um vínculo mais forte. Os outros três ficam aquém: o passivo-construtivo é aprovação silenciosa ('Que bom'), o ativo-destrutivo se engaja mas esvazia ('Isso não vai significar muito mais horas de trabalho?'), e o passivo-destrutivo mal registra ('Hmm. Você viu meu telefone?'). Somente o ativo-construtivo permite que a pessoa reviva o evento positivo — o que Gable chama de capitalização — e isso, mais do que como os parceiros lidam com as más notícias, prevê a qualidade do relacionamento. O estilo não é um traço fixo; ele pode ser aprendido.
  2. Reconheça quando o Plano A (imposição unilateral) piora as coisas
    Soluções impostas pelo adulto podem ganhar a batalha e perder a guerra — note quando a aplicação está escalando em vez de resolvendo.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  3. Seja responsivo às necessidades da criança, não reativo ao seu comportamento
    Responsividade significa sintonizar com o que a criança realmente precisa; reatividade significa responder ao que o comportamento dela dispara em você.
    Parentalidade Autoritativa (Diana Baumrind)
  4. Recuse-se a energizar o mau comportamento
    Dê consequências de forma breve e neutra — sem energia, sem sermão, sem drama.
    A Abordagem do Coração Nutrido (Howard Glasser)
  5. S — Pare: Congele Antes de Agir
    Quando a intensidade emocional atinge o pico, pare fisicamente — congele seu corpo e não tome nenhuma ação ainda.
    A Habilidade STOP: Uma Técnica de DBT para Momentos de Crise
  6. T — Dê um Passo Atrás: Crie Espaço Físico e Mental
    Dê um passo atrás da situação — fisicamente se possível, mentalmente sempre — para interromper o ciclo reativo.
    A Habilidade STOP: Uma Técnica de DBT para Momentos de Crise
  7. Mantenha uma lista de problemas não resolvidos
    Anote os gatilhos recorrentes para que se tornem problemas solucionáveis em vez de emergências repetidas.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  8. Identifique a habilidade em atraso por trás do comportamento
    Nomeie a habilidade cognitiva que a criança está sem, não o comportamento que você quer parar.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  9. DEAR MAN para eficácia interpessoal
    Um roteiro estruturado — Descrever, Expressar, Afirmar, Reforçar, permanecer Atento (Mindful), Aparentar confiança e Negociar — para pedir e dizer não.
    Habilidades de Terapia Comportamental Dialética (DBT), na Prática
  10. Acompanhe seus sinais de alerta precoce pessoais
    Aprenda a perceber quando você está entrando no ciclo antes que seu comportamento escale.
    O Ciclo Perseguidor-Retraído, Explicado

Preocupações relacionadas

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