Trate dinheiro como um problema de comportamento, não de conhecimento

Como você se comporta sob estresse pesa mais do que quanto de finanças você sabe.

Why it works

Os resultados financeiros são dominados por alguns momentos de alto risco — uma crise, um imprevisto favorável, uma tentação — em que a restrição vinculante é o controle emocional, não a análise. O conhecimento é abundante e barato; o insumo escasso é o temperamento para não agir por medo ou ganância quando isso importa. Então a alavancagem está em gerenciar seu próprio comportamento, onde a maioria das pessoas perde terreno.

How to do it

  1. Note que seus piores momentos financeiros foram emocionais, não matemáticos — nomeie a emoção.
  2. Escreva as regras que vai seguir com antecedência, enquanto está calmo, para que um eu futuro em pânico apenas as execute.
  3. Audite onde você já "sabe" a coisa certa a fazer mas não faz — essa lacuna é o verdadeiro trabalho.

Evidência

As finanças comportamentais constatam consistentemente que o comportamento do investidor (vender em pânico, perseguir retornos) impulsiona uma lacuna mensurável entre os retornos dos fundos e os retornos que os investidores realmente capturam. (observational)

O enquadramento de Housel é uma síntese de economia comportamental e história financeira, não um único experimento. A afirmação direcional — comportamento domina resultados — é bem sustentada; as magnitudes específicas variam por estudo.

Fontes

  • Behavioral-finance research on the "behavior gap" between investment returns and investor returns (e.g. industry studies and Carlin/Dave/Barber & Odean work on trading and underperformance)

Erro comum

Consumir mais informação financeira como se o problema fosse ignorância, quando a falha real é agir contra o que você já sabe em um momento de medo.

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