Práticas de coaching para após uma sessão de SSP

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para após uma sessão de SSP, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Apoie a integração do SSP com regulação entre sessões
    O que acontece entre as sessões do SSP molda se as mudanças que o protocolo inicia se tornam duradouras.
    O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
  2. Acompanhe e comunique mudanças de sensibilidade sensorial durante o SSP
    Monitorar a reatividade sensorial entre sessões dá ao clínico os dados para ritmar o protocolo com segurança.
    O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
  3. Avalie a qualidade e o ajuste do provedor de SSP
    Os resultados do SSP dependem fortemente da habilidade clínica e da segurança da relação com o provedor — não apenas do áudio.
    O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
  4. Construa capacidade básica de regulação do sistema nervoso antes do SSP
    O SSP funciona melhor — e é mais seguro — quando o sistema nervoso já tem alguma capacidade de autorregulação.
    O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
  5. Entenda o que o SSP realmente envolve
    O SSP é uma intervenção auditiva supervisionada e entregue por clínico — não uma playlist que você toca em casa.
    O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
  6. O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
    O Protocolo Safe and Sound (SSP), desenvolvido por Stephen Porges, é uma intervenção auditiva clínica projetada para reajustar a filtragem de frequências vocais humanas do ouvido médio e, através disso, ativar o sistema de engajamento social e reduzir a desregulação autonômica. É entregue por fones de ouvido com música filtrada acusticamente, tipicamente em cinco a dez sessões de 30–60 minutos, sob supervisão de um clínico treinado. Ensaios clínicos em estágio inicial e relatos de séries de casos são promissores, particularmente para populações do espectro autista e de trauma, mas a base de evidências é pequena e ainda não suficiente para conclusões firmes de eficácia. A teoria polivagal por trás de sua justificativa é cientificamente contestada.
  7. Mantenha expectativas realistas para os resultados do SSP
    O SSP é uma intervenção promissora em estágio inicial, não uma cura; saber o que ele pode e não pode prometer previne dano.
    O Protocolo Safe and Sound (SSP): O Que É e o Que Mostra a Evidência
  8. Reflexão pós-sessão
    Imediatamente depois de uma sessão de aprendizagem, avalie o que aprendeu, quais estratégias funcionaram e o que fazer a seguir.
    Aprendizagem Autorregulada: Assumindo o Controle de Como Você Aprende
  9. Reavaliação no Início de Cada Sessão
    Comece toda nova sessão de EMDR verificando se os ganhos da última sessão se mantiveram — e o que surgiu no intervalo.
    EMDR: Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares
  10. Acompanhe as SUDs entre sessões para ver seu próprio progresso
    Registre avaliações de angústia antes e depois de cada sessão para que o progresso seja visível e motivador.
    Contracondicionamento e Dessensibilização Sistemática

Preocupações relacionadas

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