Práticas de coaching para post-mortem sem atribuição de culpa

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para post-mortem sem atribuição de culpa, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Escreva uma breve contabilidade final
    Escreva como se estivesse relatando sobre sua vida: o que você fez com seu tempo?
    Memento Mori: Usando a Consciência da Mortalidade para Focar no que Importa
  2. Identifique que a inação também é uma escolha com peso moral
    Lembre-se de que não fazer nada ainda é uma decisão pela qual você é responsável.
    Viés de Omissão — Por Que Não Fazer Nada Parece Mais Seguro Do Que Agir
  3. Aplique a navalha a si mesmo
    Estenda às suas próprias ações passadas a mesma interpretação caridosa que oferece aos outros.
    A Navalha de Hanlon: Nunca Atribua à Malícia o que a Estupidez Explica
  4. Almeje a reintegração, não a rotulação permanente
    A responsabilização não é uma identidade permanente; o objetivo é que a parte responsável volte a integrar a comunidade como membro pleno.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  5. Reconheça quando a perda é ambígua, não apenas não reconhecida
    Algumas perdas não têm um ponto final claro — uma relação que se apagou, um pai com demência, um país deixado para trás.
    Luto Desautorizado, na Prática
  6. Treine deliberadamente a atribuição causal otimista
    Pratique atribuir bons eventos a causas estáveis e internas — não à sorte ou a circunstâncias pontuais.
    Três Coisas Boas: a Prática de Gratidão Baseada em Evidências
  7. Inclua uma pessoa de confiança em AARs de alto risco
    AARs autoconduzidas têm pontos cegos; um colega ou treinador que não esteve dentro do evento vê a história causal de forma diferente.
    Revisão Pós-Ação: A Ferramenta do Exército dos EUA para Aprendizado Contínuo
  8. O Pré-Mortem: Imagine Que Já Fracassou
    Um pré-mortem, desenvolvido pelo psicólogo Gary Klein, faz uma equipe imaginar que um plano já fracassou e depois trabalhar de trás para frente para explicar por quê — antes que qualquer trabalho comece. A técnica explora a "retrospectiva prospectiva": pesquisas descobriram que imaginar um resultado como certo faz as pessoas gerarem razões mais numerosas e mais específicas para ele, revelando riscos que a avaliação de risco comum não capta.
  9. Procure honestamente pelo que cresceu ou mudou para melhor
    Sem minimizar a perda, note qualquer crescimento, mudança ou perspectiva que tenha emergido dela.
    Reconstrução de Sentido no Luto, na Prática
  10. Distinguir autoperdão de autoisenção
    Autoperdão significa "isso aconteceu e eu me recomprometo" — não "não importou" ou "eu não causei".
    Autoperdão e Procrastinação

Preocupações relacionadas

Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.

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