Práticas de coaching para dever ordinário segundo João da Cruz

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para dever ordinário segundo João da Cruz, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Continuar o dever e a prática ordinários sem consolação
    Mantenha a fidelidade ordinária — oração, comunidade, trabalho — quando nada parece ter sentido.
    A Noite Escura da Alma: João da Cruz
  2. Traga atenção contemplativa aos momentos ordinários
    Pratique presença plena em atividades mundanas como uma forma de atenção sagrada.
    A Filosofia Perene, Tornada Prática
  3. Expanda seu papel por meio de comportamento extra-função
    Assuma voluntariamente trabalho além de suas responsabilidades formais para sinalizar prontidão para um relacionamento de maior confiança.
    Troca Líder-Membro (LMX), na Prática
  4. O que emerge depois da noite: maior liberdade e união
    Reconheça que a noite, quando suportada fielmente, deixa maior simplicidade e liberdade do que havia antes.
    A Noite Escura da Alma: João da Cruz
  5. Faça da justiça o critério para a ação nos relacionamentos
    Pergunte, em toda interação significativa: o que a justiça — dar a cada pessoa o que genuinamente lhe é devido — exige aqui?
    A Disciplina Estoica da Ação
  6. Questione o que todos consideram óbvio
    Escolha uma suposição amplamente compartilhada — em sua área, sua cultura ou seu círculo — e examine-a honestamente.
    A Vida Examinada
  7. Aceitar a purificação passiva: não tentar consertar
    O movimento essencial da noite escura é parar de tentar forçar um retorno à consolação.
    A Noite Escura da Alma: João da Cruz
  8. Faça o trabalho pouco glamouroso que ninguém mais vê
    O esforço privado e consistente em fundamentos pouco glamourosos separa o desempenho real da performance de desempenho.
    O Espelho da Responsabilidade: A Prática de Honestidade Radical de David Goggins
  9. Ownership Extremo, na Prática
    O Ownership Extremo (Extreme Ownership), dos oficiais dos Navy SEALs Jocko Willink e Leif Babin, sustenta que o líder é dono de tudo em seu mundo — resultados, erros e o desempenho da equipe — sem desculpas e sem repassar a culpa para baixo. É um modelo prático testado em combate, não uma intervenção testada em laboratório: os mecanismos são sólidos, a evidência é experiencial.
  10. Disciplina é Liberdade: O Modelo de Jocko Willink
    A afirmação central de Jocko Willink é que a autodisciplina — especificamente a disciplina de agir antes de se sentir pronto, de assumir suas escolhas e de construir estrutura deliberadamente — é o mecanismo que produz liberdade, não o seu oposto. O argumento passa pela capacidade: todo compromisso que você mantém sem negociar remove uma decisão em que, de outra forma, você gastaria força de vontade, e a capacidade liberada se torna opções que você pode realmente exercer. O inverso é a armadilha — uma vida sem estrutura parece maximamente livre, mas se gasta redecidindo as mesmas coisas, deixando de cumprir compromissos e vivendo com as consequências. Este é um modelo filosófico e prático, não um sistema empiricamente testado; suas práticas são fundamentadas na cultura militar e na experiência pessoal, com conexões a pesquisas sobre rotina, despertar cedo e propriedade extrema.

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