Práticas de coaching para Santosha: a prática do contentamento como cuidador
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para Santosha: a prática do contentamento como cuidador, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Santosha: A Prática do Contentamento
Santosha (सन्तोष) é uma palavra em sânscrito geralmente traduzida como contentamento ou satisfação, e nos Yoga Sutras de Patanjali é o segundo dos cinco niyamas — as observâncias pessoais. Seu significado é mais ativo do que a palavra em português sugere: santosha nomeia uma orientação deliberada em direção à suficiência e equanimidade com o que está presente, distinta da resignação passiva ou do positivismo forçado. O sentido de raiz está mais próximo de "ser suficiente" do que de felicidade — não que as circunstâncias sejam boas, mas que são suficientes para serem encontradas como são. A prática não é sobre suprimir o desejo ou deixar de agir, mas sobre treinar a mente para descansar no presente, em vez de perseguir habitualmente um estado futuro que finalmente vai satisfazer. - Distinguir aceitação de resignação
Pratique aceitar o que é imutável enquanto identifica o que genuinamente pode ser mudado.
Santosha: A Prática do Contentamento - Manter contentamento e ambição simultaneamente
Persiga objetivos sem tornar seu contentamento contingente a alcançá-los.
Santosha: A Prática do Contentamento - Examinar o desejo antes de persegui-lo
Antes de buscar algo que você quer, pergunte se o desejo o serve ou o consome.
Santosha: A Prática do Contentamento - Praticar a equanimidade durante o desconforto
Quando algo desconfortável surgir, perceba o impulso de escapar dele antes de agir sobre esse impulso.
Santosha: A Prática do Contentamento - Treinar a preferência em direção ao presente
Saboreie deliberadamente o que você já possui ou tem, como se fosse novo.
Santosha: A Prática do Contentamento - O inventário do suficiente
Liste deliberadamente o que já é suficiente na sua vida antes de buscar mais.
Santosha: A Prática do Contentamento - Mudita: Como Cultivar a Alegria Compassiva
Alegria compassiva é a tradução usual de mudita, um dos quatro brahma-viharas — as "moradas divinas" ou qualidades ilimitadas da prática budista, junto com a bondade amorosa (metta), a compaixão (karuna) e a equanimidade (upekkha). Nomeia a capacidade de sentir alegria genuína pela felicidade, boa sorte ou sucesso de outra pessoa, sem que essa alegria seja diminuída pela comparação com a própria situação. No ensino tradicional, cada brahma-vihara é descrito com um inimigo próximo que a imita e um inimigo distante que a opõe: o inimigo distante de mudita é a inveja, e seu inimigo próximo é um deleite oco e performado que não é realmente sentido. É cultivada deliberadamente, na maioria das vezes em meditação que começa com alguém cuja boa sorte é fácil de celebrar e se estende a partir daí, e em notar momentos de boas notícias de outros na vida cotidiana. Sobre a evidência, seja ponderado: o raciocínio de por que cultivar alegria pelo sucesso alheio contrariaria a inveja é coerente e a prática se insere numa longa tradição contemplativa, mas mudita especificamente tem muito menos evidência de ensaios clínicos do que a bondade amorosa ou a prática de compaixão, que são as mais estudadas. - Integre a metta com a equanimidade para evitar a fadiga de compaixão
A metta estendida sem equanimidade pode se tornar sofrimento; fundamentar a boa vontade num não apego estável a torna sustentável.
Metta Bhavana: A Prática da Bondade Amorosa - Trabalho como prática (samu)
Traga atenção plena e total às tarefas ordinárias, tratando a própria atividade como meditação.
Prática Zen (Zazen e Além)
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- O significado de santosha
Santosha (सन्तोष) é uma palavra em sânscrito geralmente traduzida como contentamento ou satisfação, e nos Yoga Sutras de Patanjali é o segundo dos cinco niyamas — as observâncias pessoais. Seu significado é mais ativo do que a palavra em português sugere: santosha nomeia uma orientação deliberada em direção à suficiência e equanimidade com o que está presente, distinta da resignação passiva ou do positivismo forçado. O sentido de raiz está mais próximo de "ser suficiente" do que de felicidade — não que as circunstâncias sejam boas, mas que são suficientes para serem encontradas como são. A prática não é sobre suprimir o desejo ou deixar de agir, mas sobre treinar a mente para descansar no presente, em vez de perseguir habitualmente um estado futuro que finalmente vai satisfazer.
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Santosha (सन्तोष) é uma palavra em sânscrito geralmente traduzida como contentamento ou satisfação, e nos Yoga Sutras de Patanjali é o segundo dos cinco niyamas — as observâncias pessoais. Seu significado é mais ativo do que a palavra em português sugere: santosha nomeia uma orientação deliberada em direção à suficiência e equanimidade com o que está presente, distinta da resignação passiva ou do positivismo forçado. O sentido de raiz está mais próximo de "ser suficiente" do que de felicidade — não que as circunstâncias sejam boas, mas que são suficientes para serem encontradas como são. A prática não é sobre suprimir o desejo ou deixar de agir, mas sobre treinar a mente para descansar no presente, em vez de perseguir habitualmente um estado futuro que finalmente vai satisfazer.
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