Práticas de coaching para Santosha: a prática do contentamento em um novo trabalho

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para Santosha: a prática do contentamento em um novo trabalho, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Santosha: A Prática do Contentamento
    Santosha (सन्तोष) é uma palavra em sânscrito geralmente traduzida como contentamento ou satisfação, e nos Yoga Sutras de Patanjali é o segundo dos cinco niyamas — as observâncias pessoais. Seu significado é mais ativo do que a palavra em português sugere: santosha nomeia uma orientação deliberada em direção à suficiência e equanimidade com o que está presente, distinta da resignação passiva ou do positivismo forçado. O sentido de raiz está mais próximo de "ser suficiente" do que de felicidade — não que as circunstâncias sejam boas, mas que são suficientes para serem encontradas como são. A prática não é sobre suprimir o desejo ou deixar de agir, mas sobre treinar a mente para descansar no presente, em vez de perseguir habitualmente um estado futuro que finalmente vai satisfazer.
  2. Manter contentamento e ambição simultaneamente
    Persiga objetivos sem tornar seu contentamento contingente a alcançá-los.
    Santosha: A Prática do Contentamento
  3. Examinar o desejo antes de persegui-lo
    Antes de buscar algo que você quer, pergunte se o desejo o serve ou o consome.
    Santosha: A Prática do Contentamento
  4. Distinguir aceitação de resignação
    Pratique aceitar o que é imutável enquanto identifica o que genuinamente pode ser mudado.
    Santosha: A Prática do Contentamento
  5. Treinar a preferência em direção ao presente
    Saboreie deliberadamente o que você já possui ou tem, como se fosse novo.
    Santosha: A Prática do Contentamento
  6. Viver próximo do chão — contentamento com o suficiente
    Cultive o contentamento com o que é suficiente, em vez de buscar mais perpetuamente.
    O Tao Te Ching na Prática
  7. Praticar a equanimidade durante o desconforto
    Quando algo desconfortável surgir, perceba o impulso de escapar dele antes de agir sobre esse impulso.
    Santosha: A Prática do Contentamento
  8. O inventário do suficiente
    Liste deliberadamente o que já é suficiente na sua vida antes de buscar mais.
    Santosha: A Prática do Contentamento
  9. A Mentalidade do Suficiente: Contentamento Sem Complacência
    A "mentalidade do suficiente" é a capacidade de sentir satisfação genuína com o que está presente sem que essa satisfação desligue a ambição — uma distinção entre suficiência e acomodação. Pesquisas sobre adaptação hedônica, satisficing e comparação relativa sugerem que a fórmula comum de sucesso (mais → melhor) produz de forma confiável retornos decrescentes no bem-estar, e que práticas de contentamento podem interromper esse ciclo sem exigir que você abandone suas metas.
  10. Mudita: Como Cultivar a Alegria Compassiva
    Alegria compassiva é a tradução usual de mudita, um dos quatro brahma-viharas — as "moradas divinas" ou qualidades ilimitadas da prática budista, junto com a bondade amorosa (metta), a compaixão (karuna) e a equanimidade (upekkha). Nomeia a capacidade de sentir alegria genuína pela felicidade, boa sorte ou sucesso de outra pessoa, sem que essa alegria seja diminuída pela comparação com a própria situação. No ensino tradicional, cada brahma-vihara é descrito com um inimigo próximo que a imita e um inimigo distante que a opõe: o inimigo distante de mudita é a inveja, e seu inimigo próximo é um deleite oco e performado que não é realmente sentido. É cultivada deliberadamente, na maioria das vezes em meditação que começa com alguém cuja boa sorte é fácil de celebrar e se estende a partir daí, e em notar momentos de boas notícias de outros na vida cotidiana. Sobre a evidência, seja ponderado: o raciocínio de por que cultivar alegria pelo sucesso alheio contrariaria a inveja é coerente e a prática se insere numa longa tradição contemplativa, mas mudita especificamente tem muito menos evidência de ensaios clínicos do que a bondade amorosa ou a prática de compaixão, que são as mais estudadas.

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