Aplique autocompaixão quando a reestruturação fica dura

Use a "perspectiva do amigo" para encontrar um tom que desafie as distorções sem adicionar vergonha.

Why it works

A reestruturação cognitiva pode se tornar mais um veículo de autocrítica se os pensamentos substitutos carregarem um tom duro ou repreensivo. A pesquisa sobre autocompaixão mostra que um tom gentil e compreensivo consigo mesmo — o mesmo tom que você usaria com um amigo em sofrimento — reduz a ruminação e aumenta a disposição de se engajar com material difícil sem fechar-se. O conteúdo do pensamento reestruturado importa, mas a voz também.

How to do it

  1. Depois de esboçar um pensamento equilibrado, leia-o em voz alta e note seu tom.
  2. Se o tom for frio, julgador ou desdenhoso, reescreva-o como se estivesse falando com um amigo próximo na mesma situação.
  3. O conteúdo deve continuar preciso — não falsamente reconfortante — mas o enquadramento deve ser caloroso.

Evidência

Self-compassion as a psychological construct is associated with lower anxiety, lower depression, and greater willingness to acknowledge personal failures without rumination. Combining CBT with compassion-focused elements is an active area of development in "third-wave" CBT. (observational)

Self-compassion evidence is largely correlational; CBT with compassion-focused components is promising but not yet as extensively trialed as standard CBT.

Fontes

  • Neff (2003), self-compassion development and validation, Self and Identity

Erro comum

Tratar a autocompaixão como uma desculpa branda ("não importa") em vez de um reconhecimento honesto com calor — o que produz um pensamento sem graça que não examina realmente a distorção.

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