Distinga vínculos contínuos adaptativos de complicados

Perceba se seu vínculo com a pessoa apoia o reengajamento com a vida ou o impede.

Why it works

Nem todas as formas de vínculo contínuo são igualmente adaptativas. Vínculos internalizados (a pessoa como guia interno, seus valores como influência contínua) e vínculos expressos por legado e ritual estão associados a bons desfechos. Busca ativa, idealização e vínculos que impedem novos relacionamentos estão associados a luto complicado. A distinção não está em se o vínculo existe, mas em como ele funciona na vida atual do enlutado.

How to do it

  1. Periodicamente, pergunte-se: minha conexão com essa pessoa apoia meu engajamento com a vida atual, ou principalmente o impede?
  2. Perceba se a conexão parece um recurso do qual você se nutre, ou uma restrição na qual você está preso.
  3. Se o vínculo estiver impedindo novos relacionamentos, novas experiências ou o engajamento básico com a vida, leve isso a um clínico ou terapeuta.
  4. Um vínculo saudável pode incluir luto e saudade — a questão é se ele permite a vida ao lado do luto.

Evidência

A distinção entre vínculos contínuos adaptativos e mal adaptativos é um achado nuançado da pesquisa de vínculos contínuos; Field (2006) e outros propuseram tipologias distinguindo vínculos que apoiam ou impedem o ajuste. (observational)

A pesquisa sobre quais tipos de vínculo preveem quais desfechos ainda está em evolução; o contexto cultural molda significativamente o que conta como adaptativo ou problemático na expressão do vínculo.

Fontes

Erro comum

Presumir que o vínculo deve ser totalmente preservado ou totalmente liberado — a tarefa é desenvolvê-lo em uma forma que apoie a vida, não escolher entre conexão e vida.

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