Foco Externo de Atenção, Explicado na Prática

O que a pesquisa mostra, por que funciona e como aplicar dicas externas no seu movimento

O que é foco externo de atenção e por que melhora o desempenho?

O foco externo vence para a maioria das pessoas na maior parte do tempo: atenção ao efeito pretendido de um movimento — o alvo, onde a bola cai, empurrar o chão para longe — em vez de à mecânica do seu próprio corpo, que é foco interno ('dobre os joelhos', 'encolha o cotovelo'). A tradução prática é uma troca de dicas: em vez de 'não bata com o cotovelo no lado do corpo' (interno), use 'mantenha a mão em direção ao alvo' (externo). A hipótese da ação restringida de Gabriele Wulf explica por quê: o foco externo libera o sistema motor de interferência cortical consciente, permitindo processos automáticos aprendidos. A evidência é forte — o efeito foi replicado em aprendizagem de habilidades motoras, reabilitação de equilíbrio e desempenho atlético através de laboratórios. Onde ele não se mantém: alunos em estágio muito inicial ocasionalmente se beneficiam de breve dica interna para estabelecer um padrão; em habilidades cognitivas em vez de motoras as evidências são mais mistas; e alguns praticantes individuais respondem diferentemente. Para a maioria das situações motoras, a alternância de dicas para externo é a intervenção mais bem apoiada.

Pesquisa consistente de Gabriele Wulf e outros mostra que focar no efeito de um movimento — externo — produz melhor aprendizagem e desempenho do que focar na mecânica do corpo — interno. Aqui estão as práticas que tornam isso utilizável, cada uma com o mecanismo por trás dela e uma nota sobre quando o efeito se sustenta.

Práticas

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