Traduza a árvore de problemas em uma comunicação do Princípio da Pirâmide

Uma vez que a análise esteja concluída, reestruture suas descobertas em uma recomendação de cima para baixo, não em um resumo de baixo para cima da árvore.

Why it works

Árvores de problemas são ferramentas analíticas; elas rastreiam o caminho da descoberta (de baixo para cima, dos dados à conclusão). A comunicação deve ser de cima para baixo: conclusão primeiro, depois os ramos de suporte. Apresentar a árvore cronologicamente ("primeiro olhamos a receita, depois examinamos os custos") faz o público seguir sua jornada analítica em vez de receber sua resposta. Traduzir para uma estrutura de Pirâmide entrega a resposta primeiro e usa os ramos da árvore como raciocínio de suporte.

How to do it

  1. Após concluir a análise, escreva a descoberta principal como uma conclusão de uma frase.
  2. Identifique os dois a quatro ramos-chave que a sustentam mais diretamente.
  3. Apresente-os como seus pontos de suporte de nível superior sob a conclusão.
  4. Disponibilize os dados da árvore em um apêndice, não no fluxo principal.

Evidência

Essa prática combina o Princípio da Pirâmide (Minto) com a metodologia de árvore de problemas; ambas são práticas desenvolvidas pela McKinsey e amplamente ensinadas em programas de treinamento em consultoria e análise. O princípio — separar análise de comunicação — é cognitivamente sólido, mas não estudado de forma independente. (mechanistic)

A comunicação de cima para baixo pode criar resistência se o público ainda não confia na conclusão — nesses casos, construir até a conclusão pode ser mais eficaz.

Erro comum

Apresentar a análise como a comunicação ("examinamos quatro ramos e encontramos X no ramo dois") em vez de liderar com a descoberta e sustentá-la com ramos relevantes.

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