Imagine a ausência de alguém que você ama

Imagine brevemente a vida sem uma pessoa que você ama, depois retorne à sua presença real.

Why it works

A adaptação hedônica achata a resposta emocional até mesmo aos relacionamentos mais importantes ao longo do tempo. Imaginar a ausência de um ente querido remove temporariamente essa adaptação, fazendo a presença real registrar de novo como um presente, e não como uma suposição de fundo. Pesquisas sobre "subtração mental" de eventos positivos descobrem que imaginar a ausência de coisas boas aumenta a apreciação de forma mais confiável do que relembrá-las diretamente, porque o contraste é mais nítido.

How to do it

  1. Sente-se com alguém que você ama — ou traga essa pessoa claramente à mente.
  2. Por um minuto, imagine que ela não está aqui: a ausência prática e a perda sentida.
  3. Volte sua atenção para a presença real dela e deixe a apreciação renovada gerar um ato de atenção ou cuidado.
  4. Termine o exercício com firmeza — isto é uma visita, não uma permanência.

Evidência

Pesquisas sobre subtração mental descobrem que imaginar a ausência de uma pessoa ou evento positivo aumenta a apreciação em comparação a relembrar diretamente o positivo. Intervenções de gratidão de forma mais ampla melhoram o bem-estar em estudos controlados. (observational)

Os efeitos são reais, porém modestos; variam por pessoa e contexto. O enquadramento "estoico" específico é a entrega; o mecanismo estudado é a subtração mental e a indução de gratidão.

Erro comum

Deixar a ausência imaginada correr até se tornar luto antecipatório ou ansiedade sobre a saúde da pessoa. O exercício tem uma forma fixa: uma imaginação breve, um retorno firme e um ato de cuidado — não um luto aberto e indefinido.

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