Diagnostique antes de elaborar

Verifique primeiro a explicação comum e simples antes de buscar explicações raras ou complexas.

Why it works

O viés de disponibilidade cognitiva faz com que explicações vívidas e incomuns pareçam prováveis porque são memoráveis. Mas as taxas base favorecem explicações comuns: o aforismo médico clássico "quando você ouve cascos, pense em cavalos, não em zebras" codifica a mesma lógica. Aplicar a Navalha de Occam ao diagnóstico significa começar com a causa mais prevalente que se encaixa na evidência, não a mais interessante.

How to do it

  1. Liste as duas ou três explicações mais comuns para os sintomas ou a situação que você observa.
  2. Verifique se a explicação comum é definitivamente descartada pela evidência antes de escalar.
  3. Adicione complexidade apenas na proporção da evidência que a exige.
  4. Documente qual descoberta te faria elevar para uma explicação mais elaborada.

Evidência

A heurística "coisas comuns são comuns" é ensinada explicitamente na medicina clínica e está fundamentada no raciocínio de taxa base. Ancorar em diagnósticos raros antes de excluir os comuns é uma fonte reconhecida de erro clínico. Croskerry documenta isso como um padrão de erro cognitivo, e o trabalho de Tversky e Kahneman sobre a heurística de disponibilidade explica por que explicações raras e vívidas parecem mais prováveis do que as taxas base justificam. (clinical)

Na medicina, zebras existem; a navalha é uma ferramenta de triagem, não uma razão para parar de investigar quando explicações comuns são genuinamente descartadas.

Fontes

Erro comum

Saltar para explicações elaboradas porque o problema parece importante ou complexo — a importância não aumenta a probabilidade de uma causa rara.

Pratique isso com IX Coach

Comece com o IX Coach

More practices for Navalha de Occam: Prefira a Explicação Mais Simples

Conceitos relacionados