Use a brincadeira para restabelecer conexão depois de conflito ou separação

O contato físico lúdico depois de um momento difícil re-solda o relacionamento mais rápido do que a conversa.

Why it works

A brincadeira ativa a neuroquímica afiliativa (oxitocina, endorfinas) que o conflito esgota. A brincadeira física — luta gentil, cócegas, um jogo de perseguição — engaja o sistema vagal ventral polivagal, o estado neurológico associado à segurança sentida e ao engajamento social. Para crianças, isso costuma ser mais eficaz do que o reparo verbal, porque seu processamento emocional é mais corporificado e menos verbal do que o dos adultos.

How to do it

  1. Depois de um incidente difícil e um breve momento de acalmar, inicie uma interação física lúdica: uma cócega, uma luta de travesseiros, uma competição de caretas.
  2. Siga a energia da criança — se ela ainda estiver na defensiva, recue e tente de novo em alguns minutos.
  3. Uma vez que estejam rindo, deixe o momento se estabelecer antes de voltar à rotina normal.
  4. Não é preciso processar verbalmente o conflito para que a conexão seja restaurada.

Evidência

A pesquisa de terapia pelo brincar e a teoria polivagal apontam para a brincadeira física como ativadora vagal ventral que promove o reengajamento social; o trabalho de Cohen aplica isso ao reparo pai-filho. (mechanistic)

A estrutura polivagal oferece uma explicação neural plausível para por que a brincadeira promove a reconexão; sua tradução para essa prática parental específica é clinicamente endossada, mas não testada de forma independente.

Fontes

  • Porges, S. W. (2011). The Polyvagal Theory. Norton.

Erro comum

Insistir em um pedido de desculpas verbal ou um debriefing do conflito antes de restabelecer a ludicidade física, o que atrasa o reparo e prolonga a desconexão desnecessariamente para crianças menores.

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