Trate a resistência ao encontro como dado de diagnóstico criativo

Quanto mais alta a resistência a fazer o encontro com o artista, mais provavelmente você precisa dele.

Why it works

A resistência a atividades prazerosas e de baixo risco (em vez de aversivas) é um sinal de recursos criativos esgotados — o crítico interior expandiu seu território para dentro do próprio lazer, bloqueando a entrada tão completamente quanto bloqueia a produção. Nomear e examinar a resistência (em vez de capitular a ela) é em si um ato de diagnóstico: revela o formato do bloqueio e frequentemente aponta para a experiência exata da qual o self criativo está privado.

How to do it

  1. Quando você notar forte relutância em planejar ou fazer o encontro com o artista, escreva a resistência: "Eu não quero fazer isso porque…"
  2. Siga a frase até seu final honesto, sem enquadramento de autoaperfeiçoamento.
  3. Pergunte: qual seria a menor versão deste encontro que eu conseguiria tolerar? Faça isso.
  4. Trate o dado da resistência como material para as páginas matinais do dia seguinte.

Evidência

A experiência de bloqueio criativo está associada a comportamentos de evitação que reduzem os sentimentos aversivos de incerteza e inadequação; a evitação então agrava o bloqueio. Isso é consistente com modelos de ativação comportamental, em que reengajar atividades prazerosas interrompe ciclos de evitação. (mechanistic)

A afirmação específica de que a resistência ao encontro com o artista sinaliza esgotamento criativo é observação clínica de Cameron; o ciclo subjacente de evitação e esgotamento é mecanicamente fundamentado em pesquisa comportamental e de autodeterminação.

Erro comum

Tratar a resistência como uma desculpa razoável para pular o encontro, o que remove a informação diagnóstica e aprofunda a seca criativa que a resistência estava sinalizando.

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