Experimente sem apego ao resultado

Faça muitos experimentos pequenos e trate cada resultado como informação — não como sucesso ou fracasso.

Why it works

O apego a um resultado específico cria ansiedade avaliativa durante a produção — a automonitorização que estreita a busca criativa e produz trabalho mais seguro e previsível do que genuinamente exploratório. Tratar experimentos como dados em vez de veredictos desvincula a autoestima de resultados individuais, o que a pesquisa sobre segurança psicológica sugere que permite assumir riscos mais genuínos.

How to do it

  1. Gere cinco versões de algo em vez de aperfeiçoar uma — a quantidade cria comparação e revela alcance.
  2. Antes de compartilhar o trabalho, nomeie explicitamente com o que você estava experimentando, para que o feedback seja calibrado à pergunta.
  3. Mantenha um arquivo de "experimentos fracassados" — revise-o periodicamente; o fracasso de hoje é frequentemente o ponto de partida de amanhã.
  4. Distinga "isso não funcionou para o que eu estava tentando" de "isso é ruim" — o primeiro é informação útil.

Evidência

A pesquisa sobre produtividade criativa constata que pessoas altamente criativas tendem a produzir mais trabalho total — incluindo mais fracassos — do que as menos criativas. A proporção de experimentos bem-sucedidos em relação ao total pode ser aproximadamente constante, então o volume importa. O modelo de chances iguais de Simonton (1997) formaliza exatamente isso: como a taxa de acerto de um criador permanece aproximadamente constante ao longo de uma carreira, o número de grandes sucessos aumenta com a mera produção. (observational)

As descobertas de Simonton são longitudinais e específicas de domínio; a relação "quantidade prediz qualidade" não é uniforme entre campos e pode ser confundida por outros fatores.

Fontes

Erro comum

Tratar a primeira versão aceitável como o trabalho terminado, porque o desconforto de continuar experimentando parece insatisfação em vez de ofício.

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