Investindo em pessoas em vez de status

Direcione tempo e energia discricionários para relacionamentos, não só carreira e aquisição.

Why it works

A lição mais contraintuitiva do estudo é que as coisas que as pessoas perseguem por felicidade — riqueza, fama, realização — a predizem muito menos do que os relacionamentos. Realocar deliberadamente tempo finito de buscas por status para conexão alinha o gasto da sua vida com o que os dados de longo prazo realmente associam a uma boa vida.

How to do it

  1. Audite para onde suas horas discricionárias realmente vão essa semana.
  2. Desloque uma fatia significativa de status ou aquisição para as pessoas com quem você se importa.
  3. Trate o tempo com os outros como um investimento de alto retorno, não como o que sobra.

Evidência

The Harvard Study repeatedly found relationship quality to be a better predictor of late-life health and happiness than income or status within its cohorts. Unusually long-running longitudinal evidence — and observational. (observational)

Observational, so it cannot establish that relationships cause the health and happiness rather than accompanying them. The original cohorts were all male, almost entirely white, and socioeconomically narrow (Harvard undergraduates and boys from inner-city Boston, recruited from 1938), so how far this generalises to women or to other populations and eras is genuinely unresolved.

Fontes

  • Waldinger & Schulz (2023), "The Good Life"
  • Waldinger TED talk (2015), "What makes a good life? Lessons from the longest study on happiness"

Erro comum

Dizer a si mesmo que vai investir em relacionamentos "depois" do próximo marco de carreira, adiando indefinidamente a coisa que os dados dizem importar mais.

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