Aplique aos limites (deixa eles, depois sustente os seus)

Deixe-os reagir, e deixe-se manter o limite mesmo assim — um limite é o que você faz, não o que eles aceitam.

Why it works

Muitos limites falham porque esperamos a outra pessoa concordar antes de fazê-los valer — o que lhe dá um veto. "Deixa eles" (discordarem, ficarem chateados) mais "deixa eu" (manter o limite de qualquer forma) realoca o limite para sua própria ação, onde ele de fato vive. Um limite é sobre o que você vai fazer, não sobre obter a permissão ou o apoio deles.

How to do it

  1. Declare o limite claramente, depois deixe-os ter sua reação a ele.
  2. Defina o limite como sua ação ("eu vou embora se..."), não uma exigência sobre o comportamento deles.
  3. Sustente-o consistentemente mesmo sem a concordância deles — a consistência é o que o torna real.

Evidência

Aplicar o arcabouço a limites é orientação de praticante e anedótico como afirmado. O princípio subjacente — que um limite é reforçado pela sua própria ação, não pelo consentimento do outro — é padrão no trabalho clínico sobre assertividade e estabelecimento de limites. Revisões do treinamento de assertividade o documentam como um tratamento com base em evidência, fundamentando o movimento de "sustentar seu limite independentemente da reação deles" em uma prática clínica estudada. (mechanistic)

Sustentar um limite contra resistência pode ser genuinamente difícil ou inseguro em algumas relações. Em dinâmicas coercitivas ou abusivas, apoio profissional é o caminho certo.

Fontes

Erro comum

Declarar um limite mas esperar que a outra pessoa o aceite antes de agir — o que não é um limite, é um pedido que ela pode simplesmente recusar.

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