Prática de consciência da impermanência
Perceba deliberadamente a transitoriedade de uma boa experiência para aprofundar seu engajamento com ela enquanto ela está aqui.
Why it works
A adaptação hedônica do cérebro significa que experiências positivas são rapidamente normalizadas — o prazer que uma vez geraram diminui rapidamente. Atentar para a impermanência ("isso vai passar") reverte a adaptação ao restaurar o contraste entre presença e ausência. Este é o mecanismo por trás do savoring e da visualização negativa: a transitoriedade imaginada ou percebida interrompe a normalização e restaura o valor experimentado.
How to do it
- Durante um momento genuinamente bom — uma refeição, uma conversa, uma vista — pare e pense: "Isso vai terminar."
- Deixe a transitoriedade aguçar, em vez de diminuir, sua presença nele.
- Aplique a mesma consciência a relacionamentos, estações da vida e papéis que atualmente parecem permanentes.
- Uma vez por semana, escreva sobre algo atualmente presente em sua vida que eventualmente estará ausente.
Evidência
A pesquisa sobre savoring mostra que atentar e apreciar deliberadamente uma experiência positiva aumenta seu valor hedônico. Contemplar o fim aumenta a apreciação em estudos experimentais. O experimento de Kurtz descobriu que perceber o tempo como escasso intensificava a apreciação do presente, e o estudo de diário diário de Jose, Lim e Bryant mostrou que saborear momentos positivos enquanto eles acontecem prediz maior felicidade dia a dia — estendendo os achados de instância única em direção à prática repetida e no-momento aqui descrita. (observational)
Os estudos testam intervenções de instância única; se a consciência diária da impermanência produz apreciação cumulativa ou embotamento hedônico (se o próprio lembrete se torna rotina) é menos estudado.
Fontes
- Kurtz (2008), looking to the future to appreciate the present, Psychological Science
- Kurtz, J. L. (2008). Looking to the future to appreciate the present: The benefits of perceived temporal scarcity. Psychological Science, 19(12), 1238–1241.
- Jose, P. E., Lim, B. T., & Bryant, F. B. (2012). Does savoring increase happiness? A daily diary study. The Journal of Positive Psychology, 7(3), 176–187.
Erro comum
Usar a impermanência como razão para desapego em vez de presença intensificada — o movimento wabi-sabi é amar a coisa mais precisamente porque ela é passageira, não mantê-la à distância.
Pratique isso com IX Coach
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