Práticas de coaching para mudança de comportamento pela terapia ACT

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para mudança de comportamento pela terapia ACT, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Aplique os processos experienciais cedo, os comportamentais depois
    Use conscientização e ativação emocional cedo; contracondicionamento e controle de estímulo depois de se comprometer.
    O Modelo Transteórico de Mudança, na Prática
  2. Projete seu ambiente físico para criar oportunidade
    Reorganize espaço, ferramentas e acesso para que o comportamento desejado seja o caminho de menor resistência.
    O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento
  3. Instale ciclos de feedback para acompanhar o comportamento e ajustar
    Meça o comportamento diretamente e use os dados para atualizar sua intervenção, não apenas sua motivação.
    O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento
  4. Planejamento de Ação
    O planejamento de ação — especificar quando, onde e como você vai executar um comportamento orientado a uma meta — é uma das técnicas mais bem apoiadas para fechar a lacuna entre intenção e comportamento. A pesquisa de Orbell e Sheeran, junto com o trabalho de Peter Gollwitzer sobre intenções de implementação, mostra que formar planos específicos aumenta de forma confiável o comportamento em relação a apenas intenções vagas, com tamanhos de efeito meta-analíticos na faixa de pequeno a médio.
  5. Combine sua intervenção com a lacuna do COM-B
    Use a Roda da Mudança de Comportamento para selecionar a abordagem de intervenção que se ajusta à lacuna diagnosticada — não seu padrão automático.
    O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento
  6. Design de Ambiente para Mudança de Comportamento
    O design de ambiente usa a descoberta bem documentada de que o comportamento segue mais o contexto do que a intenção: colocar opções saudáveis à vista, remover gatilhos para comportamentos indesejados e reduzir a fricção para os bons comportamentos muda o que as pessoas fazem sem depender de força de vontade. A evidência para os efeitos do contexto sobre o comportamento é forte; prescrições de design específicas variam em quão bem foram testadas.
  7. O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento
    COM-B significa Capacidade, Oportunidade, Motivação → Comportamento: as três condições que precisam estar todas presentes para que qualquer comportamento aconteça. Capacidade é se você consegue física e psicologicamente fazer isso — a habilidade, a força, o conhecimento e a autorregulação que isso exige. Oportunidade é se o seu mundo permite — o ambiente físico (tempo, espaço, ferramentas, acesso) e o ambiente social (normas, pistas, outras pessoas fazendo isso). Motivação é se você de fato quer — dividida em motivação reflexiva (crenças, planos, valores sobre os quais você raciocina) e motivação automática (hábitos, impulsos, atrações emocionais que disparam sem deliberação). Uma lacuna em qualquer um dos três bloqueia o comportamento, por isso o COM-B é um diagnóstico antes de ser uma solução: ele diz qual alavanca está de fato faltando. O COM-B fica no centro da Roda da Mudança de Comportamento mais ampla, desenvolvida por Susan Michie, Maartje van Stralen e Robert West (2011): a roda envolve o núcleo COM-B com nove funções de intervenção (educação, treinamento, persuasão, incentivo, coerção, restrição, reestruturação ambiental, modelagem, capacitação) e um anel externo de categorias de políticas públicas, de modo que uma lacuna diagnosticada no COM-B se mapeia nos tipos de intervenção que a abordam. A roda foi construída pela síntese sistemática de 19 estruturas existentes de mudança de comportamento e refinada por meio de consenso de especialistas; é amplamente usada no desenho de intervenções de saúde pública. Isso a torna uma estrutura organizadora bem construída, e não uma teoria derivada experimentalmente — seu valor está em evitar que você aplique a alavanca errada, não em garantir que qualquer intervenção específica funcione.
  8. Aplique o pé na porta para apoiar a mudança de comportamento positiva
    Um pequeno comprometimento comportamental inicial é uma ponte comprovada para mudança maior e duradoura.
    A Técnica do Pé na Porta, na Prática
  9. Modifique antecedentes para disparar o comportamento antes que ele dependa de motivação
    Mude os sinais que precedem um comportamento para torná-lo mais ou menos provável de ocorrer.
    Condicionamento Operante e Programas de Reforço
  10. Construa capacidade psicológica por meio de conhecimento e prática
    Adquira a compreensão e a habilidade autorregulatória que o comportamento exige antes de esperar um desempenho consistente.
    O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento

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