Práticas de coaching para treinamento de flexibilidade autonômica

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para treinamento de flexibilidade autonômica, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Converta flexibilidade passiva em amplitude ativa (PAILs e RAILs)
    Depois de alcançar a amplitude final passivamente, contraia isometricamente contra o alongamento para ensinar seu sistema nervoso a se apropriar dela.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  2. Carga em amplitude final (força em toda a amplitude)
    Treine músculos na amplitude final de movimento para que a nova flexibilidade se torne força, não vulnerabilidade.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  3. Flexibilidade Psicológica, na Prática
    A flexibilidade psicológica — o construto central da ACT, desenvolvida por Steven Hayes — é a capacidade de permanecer em contato com a experiência presente, segurar pensamentos e sentimentos com leveza e continuar agindo de acordo com seus valores mesmo quando o desconforto está presente. Meta-análises encontram consistentemente que ela prevê saúde mental e bem-estar em uma ampla gama de populações, e que aumentos nela mediam os efeitos terapêuticos da ACT.
  4. Avalie seu nível atual de flexibilidade
    Diagnostique de que lado do eixo flexibilidade–inflexibilidade você opera antes de tentar mudá-lo.
    Flexibilidade Psicológica, na Prática
  5. Dê aos praticantes escolha dentro da prática para apoiar a autonomia
    Ofereça opções autodirigidas na prática — qual exercício, quantas repetições, qual instrução — para aumentar a motivação intrínseca e a aprendizagem.
    Foco Externo de Atenção, Explicado na Prática
  6. Trate a flexibilidade como uma prática contínua, não um estado a alcançar
    A flexibilidade psicológica é treinada de forma incremental — não é um destino, mas uma direção.
    Flexibilidade Psicológica, na Prática
  7. Treino de Variabilidade da Frequência Cardíaca, na Prática
    A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é a flutuação batimento a batimento na sua frequência cardíaca — uma VFC mais alta reflete um sistema nervoso autônomo mais flexível e uma melhor capacidade de se adaptar ao estresse. O treino de VFC baseado em biofeedback tem evidência genuína por trás dele, especialmente para ansiedade e estresse; protocolos simples de respiração lenta produzem boa parte do mesmo efeito sem precisar de aparelho, embora o tamanho do benefício seja moderado, não transformador.
  8. Biofeedback de VFC — usando dados de frequência cardíaca para treinar a flexibilidade autônoma
    Treine a resiliência ao estresse observando sua variabilidade da frequência cardíaca em tempo real e aprendendo quais estados de respiração e mentalidade a elevam.
    O Corpo-Mente do Relaxamento, de Forma Prática
  9. Use o procedimento de cancelamento para encerrar sessões com segurança
    Sempre "cancele" formalmente o estado do TA antes de retornar à atividade — pular isso pode deixá-lo sonolento e desorientado.
    Treinamento Autógeno, na Prática
  10. Use respiração lenta e rítmica para regular para baixo
    Alongue e estabilize a respiração para tirar o sistema autônomo do estado de alarme.
    O Corpo Guarda as Marcas, Explicado com Honestidade

Preocupações relacionadas

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