Práticas de coaching para treinamento de flexibilidade ativa

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para treinamento de flexibilidade ativa, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Isso parece com os desafios que você pode estar enfrentando?

  • Fiquei mais flexível, mas isso parece frágil
  • Eu consigo entrar num alongamento profundo quando estou relaxado, mas no segundo em que há peso ou velocidade meu corpo trava e não me deixa chegar perto dessa amplitude
  • Eu sento numa cadeira o dia todo e não tenho tempo sobrando para trabalho de mobilidade, mas notei que quando eu me sento no chão meu corpo se sente melhor
  • Minhas articulações se sentem enferrujadas e rígidas logo pela manhã, como se tivessem esquecido como se mover em todo o seu círculo, e eu quero um pequeno reset diário que mantenha cada articulação se movendo livremente em vez de lentamente travar por desuso.
  • Depois de anos numa mesa meus quadris se sentem travados e rotacionalmente presos

Práticas que podem ajudar

  1. Carga em amplitude final (força em toda a amplitude)
    Treine músculos na amplitude final de movimento para que a nova flexibilidade se torne força, não vulnerabilidade.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  2. Converta flexibilidade passiva em amplitude ativa (PAILs e RAILs)
    Depois de alcançar a amplitude final passivamente, contraia isometricamente contra o alongamento para ensinar seu sistema nervoso a se apropriar dela.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  3. Treino de Mobilidade, na Prática
    O treino de mobilidade desenvolve amplitude de movimento usável — a capacidade de controlar ativamente uma articulação por todo o seu arco sob carga. Ao contrário do alongamento passivo, ele treina o sistema nervoso a confiar nessa amplitude e a usá-la, reduzindo o risco de lesão e melhorando a qualidade do movimento ao longo do tempo.
  4. Sentar-se no chão diariamente
    Substitua um pouco do tempo na cadeira por posições no chão para manter a mobilidade de quadril e coluna sem sessões extras de academia.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  5. Flexibilidade Psicológica, na Prática
    A flexibilidade psicológica — o construto central da ACT, desenvolvida por Steven Hayes — é a capacidade de permanecer em contato com a experiência presente, segurar pensamentos e sentimentos com leveza e continuar agindo de acordo com seus valores mesmo quando o desconforto está presente. Meta-análises encontram consistentemente que ela prevê saúde mental e bem-estar em uma ampla gama de populações, e que aumentos nela mediam os efeitos terapêuticos da ACT.
  6. Rotações Articulares Controladas (CARs)
    Gire lentamente cada articulação por sua amplitude máxima todos os dias para manter e mapear essa amplitude.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  7. Trate a flexibilidade como uma prática contínua, não um estado a alcançar
    A flexibilidade psicológica é treinada de forma incremental — não é um destino, mas uma direção.
    Flexibilidade Psicológica, na Prática
  8. Posição de quadril 90/90
    Sente-se com os dois joelhos a 90 graus para trabalhar simultaneamente a rotação interna e externa do quadril.
    Treino de Mobilidade, na Prática
  9. Avalie seu nível atual de flexibilidade
    Diagnostique de que lado do eixo flexibilidade–inflexibilidade você opera antes de tentar mudá-lo.
    Flexibilidade Psicológica, na Prática
  10. Selecione os movimentos certos para o GTG
    O GTG funciona melhor com movimentos de peso corporal tecnicamente exigentes e mal com levantamentos compostos pesados que estressam a coluna.
    Greasing the Groove, na Prática

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