Práticas de coaching para como funciona o modelo de feedback do Center for Creative Leadership

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como funciona o modelo de feedback do Center for Creative Leadership, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. O Modelo de Feedback SBI, na Prática
    O modelo SBI (Situação–Comportamento–Impacto), desenvolvido pelo Center for Creative Leadership, estrutura o feedback em três partes, entregues nessa ordem. Situação ancora a conversa a um momento específico e verificável — "na chamada com o cliente ontem, uns dez minutos depois de começar" — para que vocês estejam discutindo um evento que ambos lembram, e não um padrão que a outra pessoa pode contestar. Comportamento descreve apenas o que uma câmera teria capturado — "você interrompeu a Priya duas vezes enquanto ela respondia à pergunta sobre preços" — não o motivo que você inferiu daquilo ("você foi desrespeitoso"), porque motivo é a parte que as pessoas defendem. Impacto nomeia o efeito concreto, no trabalho ou em você — "o cliente saiu sem resposta, e eu vi a Priya parar de se manifestar depois disso". Um exemplo completo, do início ao fim: "Na chamada com o cliente ontem (S), você interrompeu a Priya duas vezes enquanto ela respondia à pergunta sobre preços (C). O cliente saiu sem resposta, e a Priya ficou calada pelo resto da reunião (I)". Essa estrutura reduz a defensividade e os erros de atribuição precisamente porque nunca afirma nada que a outra pessoa possa honestamente negar. O modelo é prática clínica estabelecida no desenvolvimento de liderança, embora comparações diretas por ECR com outras abordagens de feedback sejam limitadas.
  2. Ciclos de Feedback e Mudança de Comportamento
    Ciclos de feedback são o mecanismo pelo qual a informação sobre a diferença entre o desempenho atual e o desejado chega até quem age e impulsiona o ajuste. A cibernética estabeleceu a base teórica; décadas de pesquisa aplicada confirmam que a automonitorização e o feedback estão entre as técnicas de mudança de comportamento mais robustas — particularmente para comportamentos de saúde. As principais questões de design são a frequência do feedback, a métrica certa e a distância entre o sinal e a resposta.
  3. Instale ciclos de feedback para acompanhar o comportamento e ajustar
    Meça o comportamento diretamente e use os dados para atualizar sua intervenção, não apenas sua motivação.
    O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento
  4. O Sanduíche de Feedback: Por Que Não Funciona e o Que Fazer Em Vez Disso
    O sanduíche de feedback (positivo–negativo–positivo) é o modelo dominante para dar feedback nos locais de trabalho, mas a pesquisa e a experiência de praticantes sugerem que ele falha rotineiramente: os destinatários lembram apenas das partes positivas ou descartam o negativo como insinceridade suavizada. As práticas abaixo cobrem por que ele falha mecanicamente e quais alternativas específicas são melhor sustentadas.
  5. Escolha o momento e o ambiente certos para o feedback
    O feedback chega na proporção de quão seguro e pronto quem recebe se sente — momento e privacidade importam.
    O Modelo de Feedback SBI, na Prática
  6. Entenda por que o sanduíche falha antes de substituí-lo
    O sanduíche falha porque envia três sinais conflitantes ao mesmo tempo.
    O Sanduíche de Feedback: Por Que Não Funciona e o Que Fazer Em Vez Disso
  7. Estabeleça propósito compartilhado antes de entregar a crítica
    Enquadre a crítica como ajuda em direção a uma meta compartilhada, não como uma avaliação vinda de cima.
    O Sanduíche de Feedback: Por Que Não Funciona e o Que Fazer Em Vez Disso
  8. Busque feedback desenvolvimental, não apenas feedback de desempenho
    Peça feedback que desafie suas suposições sobre como você vê, não apenas sobre como você tem desempenho.
    A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática
  9. Descreva o comportamento, não o caráter
    Diga o que a pessoa fez — ações, palavras — não o que isso diz sobre quem ela é.
    O Modelo de Feedback SBI, na Prática
  10. Feche o ciclo com feedback regular e específico
    Metas sem feedback são motivacionalmente inertes — o feedback é a outra metade.
    Teoria do Estabelecimento de Metas, na Prática

Preocupações relacionadas

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