Práticas de coaching para ação comprometida como pai ou mãe

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para ação comprometida como pai ou mãe, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Ação Comprometida, na Prática
    A ação comprometida é um processo central da ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso) desenvolvida por Steven Hayes: dar passos concretos e repetidos em direção ao que você valoriza mesmo com o desconforto presente, em vez de esperar pela sensação de prontidão. A inversão é o ponto central. A maioria dos modelos de mudança trata sentir-se pronto como a pré-condição para agir, o que silenciosamente entrega a decisão para sua ansiedade — e a ansiedade não tem motivo algum para conceder essa permissão. A ação comprometida inverte a ordem: o valor define a direção, a ação decorre do valor, e o desconforto tem permissão para acompanhar em vez de ser exigido que vá embora primeiro. O que a torna "comprometida" em vez de meramente corajosa é que ela é repetida e corrigida ao longo do tempo — você espera se desviar do padrão e reconstruí-lo, o que é uma habilidade distinta de qualquer ato isolado de coragem. É a espinha dorsal comportamental da ACT, que tem suporte substancial de ensaios randomizados em ansiedade, depressão, dor crônica e outras condições.
  2. Planeje estratégias de manejo comportamental com antecedência
    Decida como você vai responder a problemas previsíveis antes que eles aconteçam.
    Triple P Parenting (Matthew Sanders)
  3. Aceite seu papel (não seus resultados) como seu comprometimento
    Comprometa-se com o papel — pai/mãe, gestor, amigo, cidadão — como uma prática, com suas obrigações, não como garantia de resultados.
    A Cláusula de Reserva Estoica
  4. Administre seu próprio estado emocional antes de responder
    Um pai regulado é a ferramenta mais poderosa de manejo comportamental disponível.
    Triple P Parenting (Matthew Sanders)
  5. Siga completamente a liderança da criança durante o tempo especial
    Deixe a criança decidir o que vocês fazem, quanto tempo ficam, e quando seguem em frente.
    Tempo Especial (Lawrence Cohen — Parentalidade Lúdica)
  6. Use o tempo especial para encher o copo de conexão antes de os problemas piorarem
    Uma recarga proativa de conexão de dez minutos pode evitar uma tarde de conflitos.
    Tempo Especial (Lawrence Cohen — Parentalidade Lúdica)
  7. Diga sim aos convites de conexão antes de reforçar limites
    A capacidade de uma criança de aceitar limites depende do quanto ela se sente conectada à pessoa que os estabelece.
    Parentalidade Autoritativa (Diana Baumrind)
  8. Entregue reconhecimento ativo de momentos positivos comuns
    Narre em tempo real o que a criança está fazendo certo, mesmo quando é comum.
    A Abordagem do Coração Nutrido (Howard Glasser)
  9. Use reuniões familiares para resolver problemas juntos
    Quando as crianças ajudam a resolver o problema, elas se apropriam da solução — e soluções que elas se apropriam, realmente seguem.
    Disciplina Positiva (Jane Nelsen)
  10. Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
    Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)

Preocupações relacionadas

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