Práticas de coaching para como lidar com problemas de raiva

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como lidar com problemas de raiva, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Faça uma pausa estruturada
    Saia temporariamente da situação de provocação com um plano para voltar — não como evitação, mas como regulação da ativação.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  2. Mapeie seus gatilhos de raiva
    Construa um inventário pessoal das situações, pessoas e pensamentos que confiavelmente acendem sua raiva.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  3. Prepare com antecedência frases de enfrentamento para si mesmo
    Escreva com antecedência o que você dirá a si mesmo em cada estágio de uma escalada de raiva antes que ela aconteça.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  4. Oposto da raiva: suavize quando o impulso diz para atacar
    O oposto da raiva não é a calma, mas a gentileza: quando o impulso diz para atacar, você suaviza — recua, baixa a voz, procura o que é justo.
    Ação Oposta: Agir Contra o Impulso da Emoção
  5. Inoculação gradual contra a raiva (exposição por inoculação de estresse)
    Pratique lidar com a raiva na imaginação — de gatilhos leves a intensos — antes de enfrentá-los na vida real.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  6. Use a raiva como informação, não como instrução
    Trate o sinal da raiva como dado sobre uma necessidade genuína ou uma violação, não como uma ordem para agir.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  7. Use relaxamento progressivo para reduzir a ativação de repouso
    Reduza seu nível fisiológico basal para que as provocações tenham menos ativação a somar.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  8. Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
    A Escala de Raiva de Novaco (NAS) é um instrumento de avaliação psicológica desenvolvido por Raymond Novaco para medir a disposição para a raiva. Normalmente é aplicada junto com o Inventário de Provocação (PI) e publicada em conjunto como NAS-PI. De forma geral, a NAS pergunta como uma pessoa vivencia a raiva nos domínios cognitivo, de ativação fisiológica e comportamental, enquanto o Inventário de Provocação pergunta com que intensidade diferentes tipos de situações a provocam — assim, a dupla distingue a disposição geral de uma pessoa para a raiva daquilo que especificamente a desencadeia. É um instrumento clínico protegido por direitos autorais, destinado a aplicação e interpretação por profissionais qualificados, e tem sido amplamente usado em contextos forenses e clínicos. Duas coisas merecem ficar claras: uma escala como essa é uma avaliação, não um tratamento, e um resultado só tem significado quando interpretado por um clínico em relação às normas apropriadas. Esta página não aplica nem pontua a NAS e não pode informar o seu resultado — ela explica o que é o instrumento e, em seguida, apresenta o modelo de raiva que Novaco construiu junto com ele e as práticas que dele decorrem.
  9. Reestruture a avaliação provocadora
    Identifique o pensamento inflamado que amplifica a raiva e teste uma alternativa mais precisa.
    Gestão da Raiva de Novaco, na Prática
  10. Encontre a emoção por baixo da raiva
    A raiva quase sempre tem uma emoção mais suave e vulnerável embaixo — mágoa, medo, vergonha ou luto.
    Honestidade Radical Sobre Emoções, na Prática

Preocupações relacionadas

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