Práticas de coaching para como me perdoar

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como me perdoar, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Autoperdão por meio da prática
    Direcione as frases de perdão para dentro, para liberar a culpa ou vergonha que carrega sobre suas próprias ações passadas.
    Ho'oponopono: Perdão e Reconciliação Havaiana
  2. R — Recordar a dor
    Encare o que aconteceu deliberada e calmamente, sem minimizá-lo ou revivê-lo como vítima.
    Perdão: O Modelo REACH
  3. C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
    Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
    Perdão: O Modelo REACH
  4. Quebrar o ciclo vergonha-evitação com uma reentrada cronometrada
    Depois de se perdoar, comprometa-se com uma próxima ação específica e mínima em até 60 segundos — quanto mais você espera, mais vergonha se acumula.
    Autoperdão e Procrastinação
  5. Distinguir autoperdão de autoisenção
    Autoperdão significa "isso aconteceu e eu me recomprometo" — não "não importou" ou "eu não causei".
    Autoperdão e Procrastinação
  6. Autoperdão e Procrastinação
    O estudo que as pessoas procuram é o de Wohl, Pychyl e Bennett (2010), "I forgive myself, now I can study: How self-forgiveness for procrastinating can reduce future procrastination", publicado em Personality and Individual Differences. Os pesquisadores entrevistaram calouros antes da primeira prova e novamente antes da segunda, e descobriram que os alunos que relataram ter se perdoado por procrastinar na primeira prova acabaram procrastinando menos antes da segunda. O mecanismo proposto é afetivo: culpa e vergonha grudam uma emoção negativa na própria tarefa, então voltar a ela significa entrar de novo nesse sentimento, e o autoperdão reduz esse custo emocional de reaproximação. Dois limites honestos merecem ser mantidos à vista. O estudo é correlacional e de autorrelato dentro de uma amostra estudantil, não um experimento que atribuiu pessoas para se perdoarem, então ele não estabelece que induzir o autoperdão causa a mudança. E o autoperdão nessa literatura significa reconhecer genuinamente o atraso e se recomprometer com a tarefa — não desculpá-lo, o que é algo diferente e não foi o que foi medido.
  7. H — Manter-se firme quando a dor retornar
    Quando o ressentimento retornar, não o tome como prova de que você falhou — recorde seu compromisso e escolha de novo.
    Perdão: O Modelo REACH
  8. A — Dar o presente Altruísta do perdão
    Recorde um momento em que você foi perdoado, e ofereça o perdão como um presente em vez de uma transação.
    Perdão: O Modelo REACH
  9. Perdão: O Modelo REACH
    O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
  10. Autocompaixão através da lente do distanciamento
    Combine a perspectiva de terceira pessoa com um enquadramento autocompassivo para evitar tanto o autoataque quanto a autoindulgência.
    Diário de Autodistanciamento

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