Práticas de coaching para como soltar o ressentimento

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como soltar o ressentimento, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Bondade amorosa em relação a uma pessoa difícil
    Ofereça deliberadamente boa vontade a alguém com quem você tem dificuldade, para afrouxar o domínio do ressentimento sobre você.
    Meditação de Bondade Amorosa (Metta)
  2. Limpeza de memória (liberando o passado)
    Identifique um ressentimento que ainda carrega e pratique liberá-lo em vez de reproduzi-lo.
    Ho'oponopono: Perdão e Reconciliação Havaiana
  3. H — Manter-se firme quando a dor retornar
    Quando o ressentimento retornar, não o tome como prova de que você falhou — recorde seu compromisso e escolha de novo.
    Perdão: O Modelo REACH
  4. R — Recordar a dor
    Encare o que aconteceu deliberada e calmamente, sem minimizá-lo ou revivê-lo como vítima.
    Perdão: O Modelo REACH
  5. Trabalhe o estágio da pessoa difícil sem forçar
    Estenda metta a uma pessoa difícil não como aprovação de suas ações, mas como boa vontade incondicional pelo seu bem-estar.
    Metta Bhavana: A Prática da Bondade Amorosa
  6. Separar perdoar de reconciliar
    O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
    Perdão: O Modelo REACH
  7. A — Dar o presente Altruísta do perdão
    Recorde um momento em que você foi perdoado, e ofereça o perdão como um presente em vez de uma transação.
    Perdão: O Modelo REACH
  8. Aprenda a reconhecer quando um limite está sendo cruzado
    Use ressentimento e esgotamento como sinais diagnósticos de que um limite foi ultrapassado.
    Dizer Não e Manter Limites
  9. Perdão: O Modelo REACH
    O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
  10. C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
    Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
    Perdão: O Modelo REACH

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