Práticas de coaching para perguntas abertas para crianças

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para perguntas abertas para crianças, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Faça perguntas abertas
    Substitua perguntas de sim/não por outras que convidem quem fala a se abrir.
    Escuta Ativa, na Prática
  2. Converse com seu filho sobre o dia e os interesses dele
    O interesse conversacional genuíno constrói vocabulário, confiança e o amortecedor relacional que faz os limites serem aceitos sem conflito.
    Triple P Parenting (Matthew Sanders)
  3. Comece com "O que está passando pela sua cabeça?"
    A melhor pergunta de abertura também é a mais aberta — ela convida exatamente o que a pessoa mais precisa falar.
    O Hábito de Coaching: Sete Perguntas para Ser Mais Coach
  4. Cultive um "cérebro do sim": curiosidade, coragem e resiliência acima da reatividade
    Responda ao mundo da criança com curiosidade e abertura em vez de ameaça e controle.
    A Criança e o Cérebro (Siegel & Bryson)
  5. Perguntas Calibradas, na Prática
    Perguntas calibradas são perguntas abertas que começam com "O que" ou "Como" — nunca "Por que", nunca sim/não — que entregam à outra parte um problema para resolver e permitem que você conduza uma negociação sem emitir ordens ou ultimatos. As formas canônicas que Chris Voss ensina em Never Split the Difference são: "O que é importante para você nisso?" · "Como posso ajudar a tornar isso melhor para nós?" · "Como você gostaria que eu procedesse?" · "O que foi que nos trouxe a essa situação?" · "Como podemos resolver esse problema?" · "Qual é o objetivo?" / "O que estamos tentando alcançar aqui?" · "Como se supõe que eu faça isso?" — sendo a última sua deflexão mais conhecida para uma exigência que você não pode atender. Voss chama "O que" e "Como" das únicas duas palavras de que uma pergunta calibrada precisa, porque elas forçam uma resposta ponderada em vez de um reflexo, e porque responder custa esforço ao outro lado, o que os puxa para resolver junto com você. O mecanismo está fundamentado na psicologia da autonomia e na pesquisa de autopersuasão; os roteiros específicos são artesanato de praticante testado em campo, e não um protocolo validado em laboratório.
  6. Perguntas abertas poderosas em cada estágio
    Faça perguntas que convidem ao pensamento, não que sugiram respostas — e pergunte mais do que você fala.
    O Modelo GROW de Coaching, na Prática
  7. Foque em soluções, não em culpa
    Pergunte 'o que podemos fazer para consertar isso?', em vez de 'por que você fez isso?' — uma abre, a outra fecha.
    Disciplina Positiva (Jane Nelsen)
  8. Faça perguntas genuínas e situacionais
    Puxe a contribuição com perguntas reais em vez de esperar que as pessoas se voluntariem.
    Segurança Psicológica, na Prática
  9. Use OARS para fazer a pessoa se sentir compreendida
    Perguntas abertas, Afirmações, Reflexões, Resumos — as quatro microhabilidades centrais.
    Entrevista Motivacional, de Forma Prática
  10. Faça perguntas abertas que constroem o mapa
    Substitua check-ins genéricos por perguntas que abrem uma janela para a vida interior do seu parceiro.
    Mapas de Amor: Conhecendo o Mundo Interior do seu Parceiro

Preocupações relacionadas

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