Práticas de coaching para Ensinar uma criança um não correr de cachorros

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para Ensinar uma criança um não correr de cachorros, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Deixe as consequências naturais fazerem o ensino
    Recue e deixe o mundo responder — seu filho aprende mais sentindo frio do que sendo repreendido sobre casacos.
    Consequências Naturais e Lógicas (Rudolf Dreikurs)
  2. Reserve tempo para treinar — ensine a habilidade, não só a regra
    As crianças se comportam mal em parte porque não sabem como fazer a coisa certa — ensine a habilidade quando todos estiverem calmos.
    Disciplina Positiva (Jane Nelsen)
  3. Dê instruções claras, calmas e únicas
    Uma direção específica de cada vez, dita calmamente uma única vez, é mais eficaz do que comandos repetidos.
    Triple P Parenting (Matthew Sanders)
  4. Cultive um "cérebro do sim": curiosidade, coragem e resiliência acima da reatividade
    Responda ao mundo da criança com curiosidade e abertura em vez de ameaça e controle.
    A Criança e o Cérebro (Siegel & Bryson)
  5. Cumpra a consequência declarada calmamente e sem raiva
    A consequência ensina; a raiva confunde — mantenha-as separadas.
    Consequências Naturais e Lógicas (Rudolf Dreikurs)
  6. Permaneça na situação até a ansiedade cair
    Permaneça na situação temida tempo suficiente para a angústia cair — sair cedo demais ensina a lição errada.
    A Escada do Medo: Exposição Gradual na Prática
  7. Use a empatia para desescalar, não para capitular
    Nomeie o estado emocional da criança sem concordar com toda demanda — empatia e limites podem coexistir.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  8. Trate o momento emocional como uma oportunidade de ensino
    Quando seu filho está chateado, desacelere em vez de acelerar rumo à resolução.
    Coaching Emocional (John Gottman)
  9. Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
    Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  10. Recuse-se a energizar o mau comportamento
    Dê consequências de forma breve e neutra — sem energia, sem sermão, sem drama.
    A Abordagem do Coração Nutrido (Howard Glasser)

Preocupações relacionadas

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