Práticas de coaching para unconditional perdão
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para unconditional perdão, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- A — Dar o presente Altruísta do perdão
Recorde um momento em que você foi perdoado, e ofereça o perdão como um presente em vez de uma transação.
Perdão: O Modelo REACH - Autoperdão por meio da prática
Direcione as frases de perdão para dentro, para liberar a culpa ou vergonha que carrega sobre suas próprias ações passadas.
Ho'oponopono: Perdão e Reconciliação Havaiana - Separar perdoar de reconciliar
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
Perdão: O Modelo REACH - C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
Perdão: O Modelo REACH - H — Manter-se firme quando a dor retornar
Quando o ressentimento retornar, não o tome como prova de que você falhou — recorde seu compromisso e escolha de novo.
Perdão: O Modelo REACH - Escreva as passagens de perdão que seu legado precisa
Nomeie quem você precisa perdoar e a quem você precisa pedir perdão — e escreva isso.
A Carta de Legado: Escrevendo o Que Você Quer Deixar - Praticar a aceitação deliberada da falibilidade humana
Lembre-se regularmente de que ser imperfeito não é um defeito de caráter — é a natureza de ser humano.
Aceitação Incondicional de Si Mesmo - Aceitação Incondicional de Si Mesmo
Aceitação incondicional significa aceitar uma pessoa — você mesmo ou outra pessoa — como um ser humano falível, independentemente do desempenho ou da aprovação, sem avaliar a pessoa inteira com base em um único ato, algo que Albert Ellis argumentava ser logicamente incoerente. É uma postura, não um sentimento, e opera em duas direções: aceitação incondicional de si mesmo (não se condenar por um fracasso) e aceitação incondicional do outro (não julgar globalmente alguém por uma única coisa que fez). Ambas são pilares da Terapia Racional Emotiva Comportamental de Ellis, que tem sólida evidência clínica de resultados. - Perdão: O Modelo REACH
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano. - Círculo de reconciliação facilitado
Reúna todas as partes afetadas com um guia neutro para nomear o dano, pedir perdão e restaurar o relacionamento.
Ho'oponopono: Perdão e Reconciliação Havaiana
Preocupações relacionadas
- processo de perdão na família
Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
- Modelo REACH para o perdão
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
Perdão: O Modelo REACH
- é possível perdoar alguém sem se reconciliar com ela
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
Separar perdoar de reconciliar
- comprometer-se com o perdão
Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
- perdoar sem necessariamente se reconciliar
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
- o perdão como um presente
Recorde um momento em que você foi perdoado, e ofereça o perdão como um presente em vez de uma transação.
A — Dar o presente Altruísta do perdão
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.