Nunca treine até a falha — nunca, durante o GTG

A falha muscular durante uma sessão de GTG reinicia o sistema nervoso para modo de recuperação e desfaz a vantagem da frequência.

Why it works

O treino até a falha gera fadiga metabólica e neural significativa que exige de 48-72 horas de recuperação, convertendo o GTG de um método de frequência em um método padrão de alta intensidade. O insight original de Tsatsouline foi que o sistema nervoso não distingue um "dia de GTG" de um "dia de treino pesado" — falha é falha. A fadiga neural de uma única série de esforço máximo prejudica as séries de GTG subsequentes durante todo o dia seguinte e remove a vantagem cumulativa da prática diária não prejudicada.

How to do it

  1. Termine cada série com no mínimo duas repetições em reserva — "eu definitivamente poderia fazer mais".
  2. Se você completar a série e sentir que poderia fazer 3+ repetições a mais, esse é o ponto de parada ideal.
  3. Em dias de baixa motivação, faça menos repetições por série mas mantenha a frequência.

Evidência

A fadiga neuromuscular após o treino até a falha é bem estabelecida na fisiologia do exercício; seu efeito prejudicial no desempenho motor subsequente e na aprendizagem é mecanicamente apoiado. (mechanistic)

O tempo de recuperação preciso das séries de GTG sub-falha versus séries de falha não foi diretamente estudado em um protocolo específico de GTG.

Fontes

  • Enoka & Duchateau (2008), "Muscle Fatigue: What, Why and How It Influences Muscle Function," Journal of Physiology

Erro comum

Ir até "quase a falha" pensando que está se mantendo submáximo — se você sentiu que a última repetição foi difícil, você chegou perto demais. O critério é "parei porque escolhi", não "parei porque precisei".

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