Pratique reconhecer sua contribuição em contextos de grupo

Em conversas de debriefing de equipe ou distribuição de crédito, nomeie sua contribuição específica antes que alguém a resuma e a apague.

Why it works

Pessoas propensas ao impostor comumente desviam o crédito em contextos de grupo — "todos fizemos isso juntos" — o que impede o reforço social que atualizaria seu autoconceito. O comportamento é interpessoalmente modesto e internamente autodestrutivo: os outros aceitam o desvio, a contribuição da pessoa fica sub-representada, e o padrão fornece nova evidência para a crença de que ela não pertence ali. Nomear deliberadamente a própria contribuição é um experimento comportamental que gera novos dados.

How to do it

  1. Em retrospectivas ou debriefings de equipe, identifique uma coisa específica que você fez antes da reunião e planeje nomeá-la uma vez, de forma breve e factual.
  2. Use linguagem em primeira pessoa: "eu desenhei o framework de testes" em vez de "nossa equipe construiu um framework".
  3. Após nomeá-la, observe a resposta — use-a como dado sobre como sua contribuição é realmente recebida pelos outros.

Evidência

O desvio de crédito é uma manifestação comportamental do fenômeno do impostor; experimentos comportamentais — testar comportamentos temidos e observar as consequências reais — são uma técnica estabelecida da TCC para atualizar crenças baseadas em ameaça. (clinical)

Experimentos comportamentais como técnica de TCC são bem apoiados; a aplicação específica ao desvio de crédito no padrão de impostor é uma extensão fundamentada, não um protocolo separadamente validado.

Erro comum

Compensar em excesso com autopromoção conspícua, o que produz um tipo diferente de retorno social e perde o ponto. O objetivo é nomear de forma factual, proporcional e em primeira pessoa — não fazer propaganda de si.

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