Construa uma cultura de disciplina, não uma cultura disciplinadora

Contrate pessoas autodisciplinadas e depois dê a elas liberdade dentro de uma estrutura clara.

Why it works

Culturas disciplinadoras dependem de hierarquia e controle — o que só funciona enquanto a hierarquia está observando, e desmorona quando não está. Collins descobriu que as empresas de boas-para-excelentes contratavam pessoas com disciplina intrínseca e depois construíam estruturas que canalizavam essa disciplina rumo ao conceito do ouriço. Isso cria execução sustentável sem supervisão.

How to do it

  1. Na contratação e na promoção, avalie o cumprimento de compromissos anteriores como indicador primário.
  2. Defina limites e liberdades claros e depois gerencie pelos limites, não pelo trabalho em si.
  3. Quando alguém exige repetidamente microgerenciamento, trate isso como um sinal de má adequação à função, não como falha de gestão.
  4. Interrompa atividades que fiquem fora do conceito do ouriço, mesmo as lucrativas.

Evidência

A teoria da autodeterminação sustenta o princípio de que pessoas intrinsecamente motivadas têm melhor desempenho com objetivos claros e autonomia do que com supervisão pesada. (observational)

As descobertas específicas de Collins vêm de seu estudo comparativo de empresas; a pesquisa em teoria da autodeterminação é o apoio empírico mais amplo para o princípio da autonomia dentro da estrutura.

Fontes

  • Deci & Ryan, self-determination theory — autonomy, competence, and relatedness as drivers of intrinsic motivation

Erro comum

Adicionar regras burocráticas em vez de lidar com pessoas mal ajustadas — as regras se multiplicam, a cultura se torna rígida, e as pessoas autodisciplinadas vão embora.

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