Ancore a prioridade a um eu futuro vívido

A poupança gruda quando o futuro que ela financia parece real, não abstrato.

Why it works

Descontamos o futuro e nos sentimos desconectados dos nossos eus distantes, o que faz a poupança parecer uma perda para um estranho. Tornar o futuro concreto e emocionalmente vívido — uma meta nomeada, uma imagem clara da vida que ele compra — fecha essa lacuna para que a prioridade pareça pagar alguém com quem você se importa: você mesmo.

How to do it

  1. Atrele o dinheiro prioritário a um futuro específico e vívido ("a liberdade de deixar um emprego que odeio").
  2. Imagine o eu futuro que a poupança serve, em detalhe concreto.
  3. Revisite essa imagem quando o desejo imediato te tentar a pular uma transferência.

Evidência

A pesquisa sobre "continuidade do eu futuro" descobre que sentir-se mais conectado ao seu eu futuro está associado a maior poupança, e intervenções que tornam o eu futuro vívido (por exemplo, imagens com progressão de idade) aumentaram a intenção de poupar em experimentos. (rct)

Vários estudos são sobre intenções ou tarefas de laboratório; a conexão entre a vivacidade do eu futuro e a poupança é sustentada, mas os tamanhos de efeito variam.

Fontes

  • Hershfield et al. (2011), "Increasing Saving Behavior Through Age-Progressed Renderings of the Future Self", J. Marketing Research

Erro comum

Poupar para uma abstração em branco ("o futuro"), o que parece privar um estranho e perde todo confronto com um desejo presente concreto.

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