Procrastinação como Regulação Emocional

Por que a procrastinação é uma estratégia de reparo de humor — e o que fazer a respeito

Por que procrastinamos? A explicação da regulação emocional

A pesquisa de Timothy Pychyl estabelece que a procrastinação é fundamentalmente uma estratégia para lidar com emoções negativas associadas a uma tarefa — não uma falha de gestão do tempo. As pessoas adiam porque a tarefa desencadeia ansiedade, tédio, frustração ou insegurança, e evitá-la traz alívio imediato. Esse reenquadramento desloca a intervenção eficaz das táticas de agenda para a regulação emocional.

Pychyl e seus colegas usaram amostragem de experiência — perguntando às pessoas o que estavam fazendo e sentindo em tempo real ao longo dos dias — para mostrar que a procrastinação é consistentemente precedida por afeto negativo em relação à tarefa e seguida de melhora de humor no curto prazo. A tarefa piora nesse ínterim, e um humor pior vem depois, mas o alívio imediato é real. A seguir estão as práticas centrais derivadas desse modelo, cada uma com o mecanismo e uma leitura honesta da evidência.

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