Dedique mais tempo ao "o que não foi bem" do que ao que foi
A análise de fracassos contém a informação mais acionável em qualquer revisão honesta.
Why it works
Resultados bem-sucedidos são sobredeterminados — muitas coisas contribuíram, tornando a atribuição difícil. Resultados de fracasso muitas vezes têm causas ou padrões únicos mais identificáveis que, se mudados, produziriam um resultado diferente. A psicologia humana por padrão se detém no sucesso e minimiza o fracasso; uma estrutura que inverte esse padrão produz um aprendizado desproporcionalmente maior por hora de revisão.
How to do it
- Liste tudo o que não foi bem, falhou, decepcionou ou ficou aquém — incluindo coisas que você iniciou e coisas que aconteceram com você.
- Para cada item, escreva uma causa honesta em uma frase: não culpa (outros, circunstâncias), mas a entrada controlável que estava ausente ou errada.
- Identifique quaisquer itens que também apareceram na revisão do ano passado — a recorrência é o sinal de problemas estruturais não resolvidos.
- Para os três principais, escreva um compromisso comportamental específico que teria evitado ou mudado o resultado.
Evidência
A revisão pós-evento de fracassos está associada a um aprendizado melhor em contextos organizacionais e individuais; revisões após ação estruturadas são mais eficazes do que a reflexão não estruturada. (observational)
A ênfase invertida no fracasso é conselho de praticante de Ferriss; o princípio geral de que a análise de fracasso tem alto valor é melhor sustentado do que a ponderação específica de "mais tempo no fracasso".
Fontes
- Ellis & Davidi (2005), after-event reviews, Journal of Applied Psychology
Erro comum
Atribuir fracassos a causas externas ou circunstâncias em vez de entradas controláveis, o que soa melhor, mas não produz nenhuma mudança comportamental para o próximo ano.
Pratique isso com IX Coach
More practices for A Revisão Anual (Método Tim Ferriss)
- Reúna o material bruto antes de refletir
Puxe os dados — calendário, fotos, notas, e-mails — antes de começar a refletir, para que a memória não faça todo o trabalho.
- Aprofunde-se no "o que foi bem" — extraia a receita, não apenas a vitória
Uma vitória registrada mas não analisada não produz conhecimento transferível — identifique o que especificamente a causou.
- Gere uma lista de coisas a parar de fazer, não apenas uma lista de tarefas para o próximo ano
O que você para de fazer no próximo ano é tão importante quanto o que você começa.
- Enquadre os compromissos do próximo ano como experimentos, não resoluções
Um experimento de 90 dias é testável e revisável; uma resolução é uma promessa não medida que ou se mantém ou se quebra.
- Inventarie suas experiências de pico para encontrar as condições que as produziram
Seus melhores momentos do ano passado revelam quais condições você precisa mais no próximo ano.
- Compartilhe a revisão com alguém que fará perguntas honestas
Uma revisão mantida em particular é mais fácil de maquiar; uma compartilhada com um questionador honesto é mais difícil de racionalizar.