Permissão para o primeiro rascunho: produza algo deliberadamente ruim de propósito

Comprometa-se a escrever, esboçar ou fazer a pior versão que você consegue imaginar — ruim de propósito remove o risco avaliativo.

Why it works

O crítico interior do especialista dispara antes de a primeira marca ser feita, comparando a produção imaginada com um padrão conhecido e achando-a deficiente. Reduzir deliberadamente a meta para "a pior versão possível" remove totalmente o risco avaliativo, permitindo que o sistema gerativo opere sem interferência. O rascunho produzido raramente é tão ruim quanto o esperado, e sempre mais útil do que nada — mas, mais importante, quebra a paralisia que os padrões do especialista criam.

How to do it

  1. Antes de começar, diga ou escreva: "Meu objetivo é fazer isso o mais ruim possível."
  2. Gere rapidamente sem revisar o que produz.
  3. Quando o rascunho estiver completo, espere 24 horas antes de avaliá-lo.
  4. Note quais elementos sobreviveram mesmo à má qualidade deliberada — esses são os fortes.

Evidência

A apreensão avaliativa suprime de forma confiável o pensamento divergente; remover o contexto avaliativo (baixando ou eliminando o padrão-alvo) aumenta tanto a quantidade quanto a originalidade das ideias geradas. O protocolo "ruim de propósito" é uma versão prática desse mecanismo. (mechanistic)

O protocolo específico de "deliberadamente ruim" é uma técnica de praticante; o efeito subjacente de apreensão avaliativa é bem apoiado, mas aplicado aqui como uma ferramenta de desbloqueio criativo.

Fontes

  • Amabile (1996), Creativity in Context (Westview Press) — evaluation and intrinsic motivation

Erro comum

Usar a permissão do "rascunho ruim" como pretexto para não tentar, o que produz um rascunho sem energia gerativa, em vez de um rascunho cuja energia foi libertada da avaliação.

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