Projete a versão minúscula de qualquer comportamento primeiro
Defina a menor versão possível do comportamento-alvo e trate-a como o hábito real — não a versão completa.
Why it works
Comportamentos minúsculos reduzem a exigência de habilidade tão radicalmente que a linha de ação fica quase sempre abaixo da motivação disponível, mesmo em dias ruins. Isso produz execução consistente, que — por meio de repetição e celebração — constrói a automaticidade e a autoeficácia que eventualmente sustentam o comportamento completo. A versão minúscula não é um prêmio de consolação; é o mecanismo pelo qual o hábito completo é eventualmente alcançado.
How to do it
- Pegue qualquer comportamento-alvo e reduza-o até que leve no máximo 30 segundos e nenhuma força de vontade.
- Chame isso de o hábito — não um aquecimento para o hábito.
- Deixe a expansão acontecer naturalmente a partir do impulso e da motivação, não da obrigação.
- Se a versão completa acontecer, trate como bônus; se só a versão minúscula acontecer, trate como sucesso completo.
Evidência
O quadro Tiny Habits de Fogg é desenvolvido por praticante; seu mecanismo é consistente com a pesquisa de autoeficácia (pequenas vitórias constroem confiança), pesquisa de energia de ativação / atrito (menor esforço = maior execução), e pesquisa de formação de hábitos mostrando que a repetição, não a duração, impulsiona a automaticidade. (mechanistic)
O método Tiny Habits não foi submetido a ensaios clínicos randomizados em larga escala comparando-o a outras abordagens de mudança de comportamento. Os dados de sucesso de usuários relatados por Fogg são autosselecionados e não controlados. O mecanismo é teoricamente sólido.
Fontes
- Bandura (1977), "Self-efficacy: Toward a unifying theory of behavioral change", Psychological Review (mastery experiences)
Erro comum
Tratar o comportamento minúsculo como um prelúdio para o comportamento real em vez do comportamento real em si, o que reintroduz a expectativa de performance que o design minúsculo pretendia eliminar.
Pratique isso com IX Coach
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- Diagnostique qual elemento — motivação, habilidade ou gatilho — é o gargalo
Quando um comportamento não está acontecendo, pergunte: A pessoa está motivada o suficiente? Ela consegue fazer? Ela está sendo estimulada por um gatilho?
- Instale um gatilho confiável no momento certo
Um comportamento que carece de gatilho não vai acontecer, independentemente de motivação ou habilidade — corrija o gatilho primeiro.
- Calibre o comportamento à habilidade atual, não a aspirações futuras
Combine a dificuldade do comportamento com os recursos que você realmente tem no momento do gatilho, não com sua capacidade em melhor cenário.
- Surfe as ondas de motivação em vez de projetar motivação de base
A motivação é não confiável e os picos são temporários — use momentos de alta motivação para redesenhar gatilhos e habilidade, não só para se comportar melhor.
- Celebre imediatamente depois de cada comportamento com uma sensação sentida de sucesso
A emoção positiva imediata depois de um comportamento é o mecanismo pelo qual os hábitos são incorporados — celebre cada repetição.
- Entenda a linha de ação — o limiar onde o comportamento dispara
Todo comportamento tem um mínimo exigido de motivação × habilidade; ficar acima dessa linha de ação é o objetivo do design.
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