Descansar no intervalo entre pensamentos
Note os pequenos silêncios entre pensamentos e deixe a atenção se assentar ali.
Why it works
Tolle aponta para os breves intervalos de não-pensamento como experiência direta da própria consciência, por baixo do conteúdo mental. Atender a esses intervalos é uma prática do tipo concentração que fortalece a metaconsciência e dá ao sistema nervoso momentos de descanso do processamento cognitivo contínuo, semelhante à quietude cultivada em muitas tradições meditativas.
How to do it
- Sente-se em silêncio e observe a pausa natural que ocorre entre um pensamento terminar e o próximo começar.
- Quando notar um intervalo, descanse gentilmente a atenção nesse silêncio sem tentar prolongá-lo à força.
- Não fabrique intervalos; apenas fique mais sensível aos que já existem.
- Deixe a curiosidade sobre "o que está consciente no intervalo?" segurar a atenção levemente.
Evidência
Atender à quietude/não-pensamento é uma característica de muitas práticas contemplativas e se sobrepõe à meditação de concentração. A afirmação específica de que o intervalo é acesso à consciência pura é experiencial e não estabelecida empiricamente. (anecdotal)
Esta é uma prática experiencial; os benefícios são relatados anedoticamente e se sobrepõem à meditação geral, sem evidência controlada dedicada a essa instrução específica.
Erro comum
Forçar intervalos ou tentar parar de pensar, o que produz mais tensão e pensamento. Os intervalos aparecem sozinhos quando a atenção está relaxada e alerta.
Pratique isso com IX Coach
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- Observar o pensador
Observe seus próprios pensamentos como testemunha, em vez de se perder dentro deles.
- Entrar no momento presente
Retire a atenção do passado e do futuro e coloque-a em contato sensorial direto com o agora.
- Sentir o corpo interior
Sinta a sutil vitalidade dentro do corpo como uma âncora estável para a presença.
- Aceitação do que é
Pare de discutir com o momento presente; aceite-o plenamente, depois aja se a ação for necessária.
- Reconhecer o corpo da dor
Identifique a dor emocional antiga acumulada que aflora e se alimenta do pensamento reativo.