Trabalhe o autovalor por trás das posturas

As posturas defensivas protegem contra o baixo autovalor — construir o valor reduz a necessidade de proteção.

Why it works

Satir sustentava que as quatro posturas defensivas são impulsionadas por um baixo senso de autovalor — a crença implícita de que você não é suficiente como é, de que seu eu real não seria aceito. A partir desse enquadramento, as posturas não são falhas de caráter, mas adaptações inteligentes a ambientes iniciais. Construir autovalor — por meio de práticas de autocompaixão, autoavaliação honesta e acúmulo de evidências de capacidade genuína — reduz a ameaça que as posturas são projetadas para gerenciar.

How to do it

  1. Identifique a crença por baixo da sua postura defensiva primária: "Eu apazíguo porque acredito que as pessoas não vão aceitar minhas preferências reais."
  2. Reúna contraevidência: quando você expressou sua posição real e o relacionamento sobreviveu?
  3. Pratique autocompaixão em relação à própria postura — ela foi uma solução razoável para um problema real.
  4. Construa o hábito de perceber e nomear uma força pessoal genuína ou contribuição por dia.

Evidência

O autovalor (ou autoestima) está associado à assertividade na comunicação e à redução do uso de estilos de comunicação defensivos em estudos observacionais; intervenções de autocompaixão mostram promessa em reduzir respostas defensivas. (observational)

O vínculo entre autovalor e comunicação é correlacional; a direção causal é plausível mas bidirecional. Trabalhar diretamente na comunicação (como em outras práticas aqui) também constrói autovalor, então os pontos de alavancagem interagem.

Fontes

  • Neff (2011), Self-Compassion: The Proven Power of Being Kind to Yourself

Erro comum

Tratar o trabalho de autovalor como separado do trabalho de habilidade de comunicação — ambas as rotas melhoram o mesmo resultado; trabalhar em uma apoia o progresso na outra.

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