Combata o fatalismo presente identificando uma alavanca controlável

O pensamento fatalista-presente ("nada do que eu faço importa") é diretamente combatido encontrando um ponto real de agência.

Why it works

O fatalismo presente — a crença de que os resultados são predeterminados por sorte, destino ou forças além do controle — é a perspectiva temporal mais fortemente associada a comportamento de risco e desamparo aprendido. O contraponto direto não é o pensamento positivo, mas a expansão do lócus de controle: identificar uma área concreta onde uma ação hoje produz de forma confiável um resultado diferente amanhã.

How to do it

  1. Nomeie uma área onde você se sente mais impotente. Descreva a crença como uma frase: "Não importa o que eu faça, X."
  2. Procure uma exceção: uma vez em que sua ação produziu um resultado diferente nesse domínio.
  3. Escolha uma pequena ação nesta semana que teste a crença fatalista — projetada para ser pequena o suficiente para que o resultado seja visível.

Evidência

O fatalismo presente no ZTPI é um dos preditores mais fortes de comportamento de risco à saúde e subinvestimento no futuro. A pesquisa sobre lócus de controle (Rotter, Bandura) fornece o arcabouço teórico para o antídoto. (mechanistic)

A intervenção comportamental para o fatalismo é teoricamente motivada, mas menos formalmente testada do que as intervenções de lócus de controle de forma mais ampla.

Fontes

  • Zimbardo & Boyd (1999), ZTPI validation, Journal of Personality and Social Psychology

Erro comum

Tentar grandes mudanças comportamentais para combater o fatalismo (que falham e o confirmam), em vez de testes pequenos deliberados projetados para ter sucesso e gerar evidência contrária.

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