Práticas de coaching para criança que se recusa a aceitar que está errada
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para criança que se recusa a aceitar que está errada, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Cultive um "cérebro do sim": curiosidade, coragem e resiliência acima da reatividade
Responda ao mundo da criança com curiosidade e abertura em vez de ameaça e controle.
A Criança e o Cérebro (Siegel & Bryson) - Mantenha os limites com calma e consistência
Um limite só funciona se você o cumprir; um limite reforçado com acolhimento é mais eficaz do que um limite ameaçado com raiva.
Parentalidade Autoritativa (Diana Baumrind) - Conecte-se antes de corrigir
Uma criança que se sente conectada a você é muito mais receptiva à sua orientação do que uma que se sente atacada.
Disciplina Positiva (Jane Nelsen) - Reserve tempo para treinar — ensine a habilidade, não só a regra
As crianças se comportam mal em parte porque não sabem como fazer a coisa certa — ensine a habilidade quando todos estiverem calmos.
Disciplina Positiva (Jane Nelsen) - Reconheça quando o Plano A (imposição unilateral) piora as coisas
Soluções impostas pelo adulto podem ganhar a batalha e perder a guerra — note quando a aplicação está escalando em vez de resolvendo.
Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene) - Identifique o objetivo equivocado por trás do mau comportamento
Dreikurs argumentou que o mau comportamento é sempre proposital — a criança está buscando pertencimento ou significância através de uma estratégia equivocada.
Consequências Naturais e Lógicas (Rudolf Dreikurs) - Foque em soluções, não em culpa
Pergunte 'o que podemos fazer para consertar isso?', em vez de 'por que você fez isso?' — uma abre, a outra fecha.
Disciplina Positiva (Jane Nelsen) - Diga sim aos convites de conexão antes de reforçar limites
A capacidade de uma criança de aceitar limites depende do quanto ela se sente conectada à pessoa que os estabelece.
Parentalidade Autoritativa (Diana Baumrind) - Deixe as consequências naturais fazerem o ensino
Recue e deixe o mundo responder — seu filho aprende mais sentindo frio do que sendo repreendido sobre casacos.
Consequências Naturais e Lógicas (Rudolf Dreikurs) - Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
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Soluções impostas pelo adulto podem ganhar a batalha e perder a guerra — note quando a aplicação está escalando em vez de resolvendo.
Reconheça quando o Plano A (imposição unilateral) piora as coisas
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Responda ao mundo da criança com curiosidade e abertura em vez de ameaça e controle.
Cultive um "cérebro do sim": curiosidade, coragem e resiliência acima da reatividade
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Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
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As crianças se comportam mal em parte porque não sabem como fazer a coisa certa — ensine a habilidade quando todos estiverem calmos.
Reserve tempo para treinar — ensine a habilidade, não só a regra
- como lidar com uma criança que gosta de colocar os outros em apuros
Dreikurs argumentou que o mau comportamento é sempre proposital — a criança está buscando pertencimento ou significância através de uma estratégia equivocada.
Identifique o objetivo equivocado por trás do mau comportamento
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Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.