Práticas de coaching para como seguir em frente após uma traição familiar
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como seguir em frente após uma traição familiar, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- R — Recordar a dor
Encare o que aconteceu deliberada e calmamente, sem minimizá-lo ou revivê-lo como vítima.
Perdão: O Modelo REACH - Reparar uma ferida de apego
Traições específicas no relacionamento — momentos em que você não esteve presente — precisam de um reparo específico, não apenas tempo.
Terapia Focada nas Emoções: O Modelo de Sue Johnson para Reparar Vínculos - C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
Perdão: O Modelo REACH - Tarefa 4: Encontre uma conexão duradoura com a pessoa falecida
Realoque o relacionamento da presença física para uma conexão interna e significativa.
As Tarefas do Luto de Worden, na Prática - Círculo de reconciliação facilitado
Reúna todas as partes afetadas com um guia neutro para nomear o dano, pedir perdão e restaurar o relacionamento.
Ho'oponopono: Perdão e Reconciliação Havaiana - Mapeie o mundo assuntivo que a perda perturbou
Identifique quais das suas crenças centrais sobre a vida, o eu e o futuro a perda desafiou.
Reconstrução de Sentido no Luto, na Prática - Separar perdoar de reconciliar
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
Perdão: O Modelo REACH - H — Manter-se firme quando a dor retornar
Quando o ressentimento retornar, não o tome como prova de que você falhou — recorde seu compromisso e escolha de novo.
Perdão: O Modelo REACH - Perdão: O Modelo REACH
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano. - Encontrando exilados (com cuidado)
Volte-se gentilmente para as partes feridas e exiladas que os protetores trabalham para manter escondidas.
Sistema de Família Interna (IFS), na Prática
Preocupações relacionadas
- é possível perdoar alguém sem se reconciliar com ela
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
Separar perdoar de reconciliar
- processo de perdão na família
Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
- perdão pelo modelo REACH durante conflitos
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
Perdão: O Modelo REACH
- como perdoar alguém
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
- como fazer o perdão durar de verdade
Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
- como seguir em frente após uma traição no relacionamento
Encare o que aconteceu deliberada e calmamente, sem minimizá-lo ou revivê-lo como vítima.
R — Recordar a dor
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.