Práticas de coaching para como seguir em frente após uma traição no relacionamento

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como seguir em frente após uma traição no relacionamento, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. R — Recordar a dor
    Encare o que aconteceu deliberada e calmamente, sem minimizá-lo ou revivê-lo como vítima.
    Perdão: O Modelo REACH
  2. C — Comprometer-se publicamente com o perdão que você sentiu
    Marque o perdão de forma concreta — escreva-o, diga-o, date-o — para que possa voltar a ele depois.
    Perdão: O Modelo REACH
  3. Reparem rápida e completamente
    Não deixem que as feridas se acumulem — reparem em horas ou dias, não semanas.
    Relacionamentos de Funcionamento Seguro
  4. Separar perdoar de reconciliar
    O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
    Perdão: O Modelo REACH
  5. Reparar uma ferida de apego
    Traições específicas no relacionamento — momentos em que você não esteve presente — precisam de um reparo específico, não apenas tempo.
    Terapia Focada nas Emoções: O Modelo de Sue Johnson para Reparar Vínculos
  6. Faça um debriefing e repare depois que o conflito terminar
    A conversa depois da briga — feita com calma — é onde o reparo duradouro acontece.
    Tentativas de Reparo: A Chave de Gottman para Sobreviver ao Conflito nos Relacionamentos
  7. H — Manter-se firme quando a dor retornar
    Quando o ressentimento retornar, não o tome como prova de que você falhou — recorde seu compromisso e escolha de novo.
    Perdão: O Modelo REACH
  8. Perdão: O Modelo REACH
    O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
  9. Reparo de ferida de apego: revisitando um momento doloroso
    O reparo de ferida de apego, na EFT de Sue Johnson, é o processo escalonado de voltar a um momento específico de abandono e tê-lo acolhido de forma diferente.
    Hold Me Tight: As Sete Conversas de Sue Johnson para um Amor Duradouro
  10. Repare especificamente quando você foi quem causou o dano
    Um pedido de desculpas de verdade nomeia o que você fez, por que doeu e o que você fará diferente — não apenas "desculpa".
    Tentativas de Reparo: A Chave de Gottman para Sobreviver ao Conflito nos Relacionamentos

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