Práticas de coaching para meditação não dual

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para meditação não dual, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Pequenos vislumbres, muitas vezes — o modelo de entrega em micro-doses
    Treine a consciência não-dual por meio de muitos toques breves ao longo do dia, em vez de sessões longas sentadas.
    Consciência Não-Dual, na Prática
  2. Consciência Não-Dual, na Prática
    Consciência não-dual é um modo de consciência no qual a atenção não está mais identificada exclusivamente com os conteúdos da experiência (pensamentos, sensações, sentimentos), mas repousa como o espaço aberto e consciente no qual esses conteúdos aparecem. "Não-dual" nomeia o que se dissolve: a divisão sentida entre um alguém aqui dentro que olha e um algo lá fora que é olhado. Essa divisão normalmente não é notada como uma experiência — é normalmente a estrutura de fundo de toda experiência — e é por isso que reconhecer sua ausência costuma ser descrito como uma mudança de ponto de vista, não como uma coisa nova a ver. A abordagem de "mindfulness sem esforço" de Loch Kelly usa exercícios curtos de reconhecimento para apontar diretamente para isso, na premissa de que já é o caso e, portanto, não precisa ser construído por meio de concentração. Sobre a evidência, é preciso cuidado: a pesquisa sobre a família mais ampla de práticas de monitoramento aberto encontra reduções em ansiedade e ruminação, mas a consciência não-dual em si é uma área de pesquisa mais nova, com ensaios controlados limitados, e as afirmações sobre ela ultrapassam os dados.
  3. Shikantaza — "apenas sentar" na tradição Soto Zen
    Sente-se com presença completa e nada a alcançar — sem meta, sem técnica, sem observador separado do ato de sentar.
    Meditação de Monitoramento Aberto, na Prática
  4. Consciência sem escolha — repousar sem um objeto
    Sente-se com a atenção aberta e receptiva, deixando o que surgir na experiência ser o objeto da meditação — sem escolher, perseguir ou rejeitar nada disso.
    Meditação de Monitoramento Aberto, na Prática
  5. Liberando o objeto: sentar sem um ponto focal
    Solte a fixação da atenção na respiração, um mantra ou qualquer outra âncora — simplesmente esteja presente.
    Shikantaza: Apenas Sentar
  6. Praticando com os olhos abertos e baixos
    Mantenha os olhos suavemente abertos e voltados para baixo — no zen, o olho aberto é o olho que pratica.
    Kinhin: Meditação Caminhando Zen
  7. Trabalhando com o desejo sensorial (kamacchanda)
    Quando o desejo ou distração por experiências agradáveis o tira da meditação, use a contemplação de anicca para ver a qualidade transitória do que é desejado.
    Os Cinco Obstáculos: Diagnosticando e Trabalhando com Obstáculos da Meditação
  8. Equilibre torpor e agitação
    Quando a mente embota, energize-a; quando dispara, acalme-a.
    Shamatha: A Prática Budista da Permanência Tranquila
  9. Meditação de Monitoramento Aberto, na Prática
    A meditação de monitoramento aberto (também chamada de consciência sem escolha ou presença aberta) é a prática de repousar em uma consciência expansiva e receptiva, sem direcionar a atenção a nenhum objeto único — observando tudo o que surge na experiência sem preferir ou perseguir nada disso. Ela complementa práticas de atenção focada e está associada a assinaturas neurais diferentes na neurociência contemplativa. A evidência direta de resultado é limitada comparada aos métodos de atenção focada.
  10. Shikantaza (apenas sentar)
    Sente-se em consciência aberta e sem objeto — sem focar em nada, sem seguir nada.
    Prática Zen (Zazen e Além)

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