Práticas de coaching para Rejeitar os Tentativas de um examigo, ahora condenado por delitos, de restaurar a amizade
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para Rejeitar os Tentativas de um examigo, ahora condenado por delitos, de restaurar a amizade, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Almeje a reintegração, não a rotulação permanente
A responsabilização não é uma identidade permanente; o objetivo é que a parte responsável volte a integrar a comunidade como membro pleno.
Justiça Restaurativa (Howard Zehr) - Separar perdoar de reconciliar
O perdão é interno e unilateral; a reconciliação exige que a outra pessoa se torne confiável de novo.
Perdão: O Modelo REACH - Use um pequeno pedido para reparar um relacionamento tenso
Em um relacionamento frio ou conflituoso, pedir um pequeno favor pode redefinir a dinâmica com mais eficácia do que oferecer um.
O Efeito Ben Franklin, Aplicado na Prática - Estender a si mesmo a compaixão que daria a um amigo
Pergunte o que você diria a um amigo capaz que tivesse atrasado a mesma tarefa — e então diga isso.
Autoperdão e Procrastinação - H — Manter-se firme quando a dor retornar
Quando o ressentimento retornar, não o tome como prova de que você falhou — recorde seu compromisso e escolha de novo.
Perdão: O Modelo REACH - Aceite tentativas de reparo imperfeitas
Rejeite uma tentativa de reparo desajeitada e você ensina seu parceiro a parar de tentar.
Tentativas de Reparo: A Chave de Gottman para Sobreviver ao Conflito nos Relacionamentos - Envolva a comunidade afetada, não apenas as duas partes
O dano raramente afeta apenas duas pessoas — inclua aqueles afetados pela onda de impacto.
Justiça Restaurativa (Howard Zehr) - Cumpra os microcompromissos
Sempre faça a pequena coisa que você disse que faria — laços fracos vivem ou morrem pela confiabilidade.
A Força dos Laços Fracos - Garanta que a participação seja voluntária para todas as partes
Processos restaurativos só funcionam quando todos — especialmente a parte prejudicada — escolhem participar.
Justiça Restaurativa (Howard Zehr) - Assuma erros prontamente e sem excesso de explicação
Um reconhecimento rápido e limpo do erro cai melhor do que uma defesa lenta e elaborada.
O Efeito Pratfall, na Prática
Preocupações relacionadas
- esqueci o aniversário do meu amigo; como convencê-lo a me perdoar
Pergunte o que você diria a um amigo capaz que tivesse atrasado a mesma tarefa — e então diga isso.
Estender a si mesmo a compaixão que daria a um amigo
- quando restaurativo justiça reintegração não vergonha
A responsabilização não é uma identidade permanente; o objetivo é que a parte responsável volte a integrar a comunidade como membro pleno.
Almeje a reintegração, não a rotulação permanente
- é possível superar um amor não correspondido por um amigo
Identifique suas amizades mais importantes e faça um plano concreto para entrar em contato esta semana — não quando as condições estiverem mais fáceis.
Agende investimento deliberado nas suas amizades importantes
- perdão pelo modelo REACH após uma perda
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
Perdão: O Modelo REACH
- perdão pelo modelo REACH no trabalho
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
- perdão pelo modelo REACH durante conflitos
O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.