Práticas de coaching para A Guerra da Arte durante conflitos
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para A Guerra da Arte durante conflitos, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- A Guerra da Arte, na Prática
A "Resistência" de Steven Pressfield é o nome que ele dá à força interna que se opõe a qualquer ato criativo ou empreendedor significativo. Suas práticas centrais — tornar-se profissional, aparecer diariamente, e tratar o trabalho criativo como uma profissão em vez de uma atividade dependente de inspiração — são fundamentadas na sabedoria prática de um romancista em atividade. Elas se alinham com pesquisas sobre autorregulação e prática deliberada, mas não derivam de estudos formais. - Nomear e externalizar a Resistência
Reconheça a força interna que se opõe ao seu trabalho criativo como Resistência — um oponente universal, não uma falha pessoal.
A Guerra da Arte, na Prática - Defina seu território: onde o trabalho criativo pertence
Nomeie o espaço, o horário e as condições específicas que constituem o seu território de trabalho criativo e defenda-os.
A Guerra da Arte, na Prática - Torne-se profissional: faça o trabalho por horário, não por humor
Comprometa-se a aparecer para o seu trabalho criativo no mesmo horário todo dia, independentemente de como se sente.
A Guerra da Arte, na Prática - Use a autocompaixão feroz para permanecer em conversas difíceis
Permaneça presente no conflito atendendo sua própria angústia com compaixão, para não fugir nem atacar.
Autocompaixão Feroz, de Forma Prática - Ceder — encontrar a força com suavidade
Responda ao conflito ou à resistência com flexibilidade, não com contrapressão.
O Tao Te Ching na Prática - Trate seu trabalho criativo como a obrigação de maior prioridade
Faça o trabalho criativo mais importante primeiro, antes de qualquer obrigação que pareça mais urgente.
A Guerra da Arte, na Prática - Trabalhando com Múltiplos Selves (Trabalho de Cadeiras na CFT)
Dê voz a diferentes partes internas — o crítico, o self ansioso, o self compassivo — para entender e mudar o diálogo.
Terapia Focada na Compaixão: Acalmando o Crítico Interno - Usando os crisóis do relacionamento como oportunidades de crescimento
Trate os momentos mais difíceis do seu relacionamento exatamente como as situações em que o crescimento se torna possível.
Diferenciação do Self: O Referencial de David Schnarch para o Casamento Apaixonado - Competição (assertivo, não cooperativo)
Persiga sua própria posição com firmeza quando velocidade, princípio ou risco superam o custo do relacionamento.
Os Cinco Estilos de Resolução de Conflitos
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