Práticas de coaching para urge surfing panic

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para urge surfing panic, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Surfando o Pânico
    Surfar o pânico é a prática de permitir que o pânico atinja seu pico e passe sem lutar contra ele, fugir da situação ou usar comportamentos de segurança — baseada no entendimento de que crises de pânico são fisiologicamente autolimitadas e não podem escalar indefinidamente. A abordagem vem de pesquisas sobre tratamento de pânico e de modelos baseados em aceitação; é um dos componentes comportamentais mais eficazes do tratamento moderno do transtorno do pânico.
  2. Surfe o impulso de fuga sem agir sobre ele
    Trate o impulso de fugir como uma onda — ele sobe, atinge o pico e cai sem exigir sua ação.
    Surfando o Pânico
  3. Urge Surfing: Surfando a Onda de um Desejo
    Urge surfing significa tratar um desejo intenso como uma onda — observando-o subir, atingir o pico e cair, em vez de lutar contra ele ou agir sobre ele. Extraído da prevenção de recaída baseada em mindfulness de Alan Marlatt, funciona porque os impulsos têm duração limitada e passam por conta própria quando não alimentados. É uma técnica clínica bem estabelecida para desejos cotidianos; para dependência séria, ela pertence ao lado do apoio profissional, não no lugar dele.
  4. Conheça o arco do pânico antes da próxima crise
    Uma crise de pânico atinge o pico em cerca de 10 minutos e sempre diminui — não porque você a controlou, mas porque a fisiologia é limitada no tempo.
    Surfando o Pânico
  5. Use o reflexo de mergulho como primeira resposta ao pânico
    Quando o pânico atinge o pico e as ferramentas cognitivas falham, água fria no rosto dá ao corpo uma anulação instintiva.
    O Reflexo de Mergulho, Aplicado na Prática
  6. Permaneça na situação durante todo o arco
    Saia só depois que a crise tiver atingido o pico e começado a diminuir — não no meio, não importa quão forte seja o impulso.
    Surfando o Pânico
  7. Use rastreamento somático em vez de distração
    Observe as sensações com curiosidade neutra em vez de se distrair delas — a curiosidade interrompe a avaliação de ameaça.
    Surfando o Pânico
  8. Surfe o impulso de evitar em vez de obedecê-lo
    Trate o impulso de evitação como uma onda a observar e superar, não um comando a obedecer.
    Abraçando o Desconforto: Transformando Resistência em Crescimento
  9. Surfar a Onda (Gestão de Impulsos), na Prática
    Para sentir o impulso em vez de lutar contra ele ou obedecê-lo, localize-o como uma sensação física no seu corpo — aperto, calor, formigamento — e simplesmente observe-o subindo, atingindo o pico e caindo como uma onda, sem agir sobre ele. Isso é "surfar a onda": impulsos são eventos físicos com tempo limitado, e se você nem age sobre eles nem luta contra eles, eles atingem o pico e diminuem por conta própria. A técnica tem sustentação observacional especificamente em contextos de vício (urge surfing), e o mecanismo subjacente — que impulsos são eventos fisiológicos temporários — é consistente com pesquisas de mindfulness e DBT.
  10. Conduza uma revisão pós-pânico para contrariar a memória catastrófica
    Depois de cada crise, registre o que realmente aconteceu — porque a memória da ansiedade é enviesada em direção ao perigo.
    Surfando o Pânico

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