I — Investigar com atenção gentil e curiosa

Traga curiosidade gentil à emoção: Onde ela está no corpo? Do que ela mais precisa?

Why it works

Uma vez que uma emoção é reconhecida e permitida (não combatida), a investigação curiosa aprofunda a consciência sem disparar a resposta de ameaça. A pergunta "do que esta parte mais precisa?" é a principal adaptação de Brach: ela desloca da análise (que tende a ser verbal e ruminativa) para a investigação corporificada (que tende a revelar necessidades centrais como segurança, aceitação ou cuidado). Isso é próximo do "do que essa parte precisa?" do IFS e da exploração de necessidades centrais da terapia dos esquemas.

How to do it

  1. Traga atenção para onde a emoção vive no corpo: peito, garganta, barriga.
  2. Pergunte: "Quantos anos isso parece ter?" ou "Qual é a parte mais difícil disso agora?"
  3. Pergunte: "Do que essa parte de mim mais precisa?"
  4. Escute a resposta no corpo, e não no pensamento analítico.
  5. Não force uma resposta — às vezes apenas a qualidade da atenção curiosa já é a investigação.

Evidência

A investigação gentil dos aspectos somáticos e baseados em necessidades da emoção é um componente compartilhado por várias terapias com base em evidências (IFS, terapia dos esquemas, focusing). O passo de investigação se apoia nessa tradição clínica; a RAIN como protocolo não foi testada de forma independente. (clinical)

As terapias individuais que compartilham técnicas semelhantes têm apoio clínico; o passo de investigação da RAIN formulado por Brach é uma síntese de profissional. Para trauma, o passo de investigação pode abrir material que exige orientação profissional.

Fontes

Erro comum

Transformar a investigação em diagnóstico — analisar por que você sente isso (um processo cognitivo e ruminativo) em vez de atender curiosamente à textura da emoção no corpo no momento presente.

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