Audite seus métodos de estudo pelo resultado de retenção, não por quão bem eles parecem
Acompanhe o que você realmente retém uma semana depois, não o que pareceu produtivo no momento.
Why it works
O custo mais sério do pensamento de estilos de aprendizagem é que ele fornece uma justificativa falsa para permanecer em hábitos de estudo confortáveis, mas ineficazes. A leitura fluente parece aprendizado; a prática de recuperação parece teste. A sensação de facilidade e a sensação de esforço são indicadores fracos da codificação real. A única auditoria honesta de um método de estudo é se você consegue recuperar o material dias ou semanas depois, em condições que se assemelham ao uso real.
How to do it
- Depois de experimentar um método de estudo, anote a data e o tópico.
- Três a sete dias depois, teste-se sobre esse material sem reestudar.
- Avalie quanto você consegue realmente recuperar, não quanto conseguiu recuperar imediatamente após estudar.
- Compare os métodos pela retenção uma semana depois, e não pela fluência dentro da sessão.
Evidência
A ilusão de saber (efeito de fluência) está bem documentada: material que é fácil de ler ou reconhecer parece bem aprendido, mas é mal retido. Bjork e colegas estudaram isso extensivamente sob o conceito de "dificuldades desejáveis" — técnicas que parecem mais difíceis preveem melhor retenção de longo prazo. Karpicke e Blunt (2011) tornam a auditoria concreta: os estudantes julgaram o mapeamento conceitual o método mais eficaz, mas a prática de recuperação produziu melhor retenção uma semana depois — exatamente a lacuna entre como um método parece e o que ele entrega que esta prática pede para você medir. (observational)
As dificuldades desejáveis precisam realmente visar o material certo no nível de dificuldade certo; tornar o estudo arbitrariamente mais difícil sem propósito (por exemplo, estudar com iluminação ruim) produz dificuldade sem o benefício de aprendizado.
Fontes
- Bjork, R.A. (1994), memory and metamemory considerations in the training of human beings, in Metacognition: Knowing about knowing
- Karpicke, J. D., & Blunt, J. R. (2011). Retrieval Practice Produces More Learning Than Elaborative Studying With Concept Mapping. Science, 331(6018), 772–775.
- Roediger, H. L., & Karpicke, J. D. (2006). Test-Enhanced Learning: Taking Memory Tests Improves Long-Term Retention. Psychological Science, 17(3), 249–255.
Erro comum
Avaliar um método de estudo por quão engajado ou produtivo você se sentiu durante a sessão, em vez de pelo que você ainda consegue fazer com o material uma semana depois — as duas medidas costumam apontar em direções opostas.
Pratique isso com IX Coach
More practices for O Mito dos Estilos de Aprendizagem: O Que a Pesquisa Realmente Diz
- Combinar o estilo de aprendizagem à instrução não funciona
Rogowsky, Calhoun e Tallal (2015) testaram diretamente a combinação de estilo de aprendizagem ao método instrucional e não encontraram benefício. Estude de acordo com o conteúdo, e não com seu estilo.
- Aplique a prática de recuperação independentemente da sua modalidade preferida
Testar a si mesmo funciona para todos — não apenas para aprendizes de "leitura-escrita".
- Use múltiplas modalidades para codificar informação, não apenas uma
Leia sobre o assunto, desenhe-o, diga-o em voz alta, e use-o em um exemplo — tudo em uma sessão.
- Combine o formato de estudo ao tipo de conteúdo, não ao autoconceito
Conteúdo espacial merece diagramas; conteúdo sequencial merece narrativa — independentemente das suas preferências.
- Atualize suas crenças sobre seu próprio aprendizado com base em evidências
Trate seu autoconceito de aprendizagem como uma hipótese a testar, não uma verdade fixa.
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